A Música Mais Longa e a Mais Curta do Rock/Metal | Você Não Vai Acreditar!



Do épico ao relâmpago: conheça a música de rock/metal mais longa e a mais curta da história

O universo do rock e do metal é conhecido por desafiar convenções — e isso inclui o tempo de duração das músicas. Enquanto algumas faixas se estendem por quase uma hora em jornadas sonoras complexas, outras mal duram um segundo, mas ainda assim deixam sua marca. Confira os extremos que definem os limites do gênero:

🎸 A mais longa: “Light of Day, Day of Darkness” – Green Carnation (2001)

A banda norueguesa de metal progressivo Green Carnation lançou em 2001 o álbum Light of Day, Day of Darkness, composto por uma única faixa de 60 minutos. A música é uma verdadeira ópera metálica, com mudanças de tempo, atmosferas densas e letras introspectivas que abordam temas como vida, morte e renascimento.

  • Duração: 60:06 minutos

  • Gênero: Metal progressivo/sinfônico

  • Curiosidade: A faixa foi gravada com mais de 600 samples e contou com coral infantil, saxofone e arranjos orquestrais

Outras faixas notáveis em duração:

  • “Thick as a Brick” – Jethro Tull (43:46)

  • “The Gates of Delirium” – Yes (21:55)

  • “2112” – Rush (20:33)

  • “Megalomania” – Black Sabbath (9:46)

A mais curta: “You Suffer” – Napalm Death (1987)

Do outro lado do espectro, a banda britânica de grindcore Napalm Death detém o recorde mundial com a música “You Suffer”, lançada no álbum Scum em 1987. A faixa tem apenas 1,316 segundo de duração e entrou para o Guinness Book como a música mais curta já gravada.

  • Duração: 1,316 segundo

  • Letra completa: “You suffer, but why?”

  • Gênero: Grindcore

  • Curiosidade: A faixa virou meme, ringtone e até trilha de TikTok

Outras faixas curtas notáveis:

  • “United Forces” – S.O.D. (1:50)

  • “The Ides of March” – Iron Maiden (1:46)

  • “Lily of the Valley” – Queen (1:43)

  • “Eruption” – Van Halen (1:42)

🎤 O que esses extremos revelam?

Enquanto bandas como Green Carnation usam o tempo para construir narrativas densas e emocionais, grupos como Napalm Death apostam na agressividade instantânea e no impacto direto. Ambas as abordagens mostram que no rock e no metal, a duração não define a profundidade — mas sim a intenção.

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