🎸 Álbuns de Rock e Metal Que Foram Odiados — E Hoje São Clássicos Incontestáveis!
Álbuns de rock e metal que foram odiados — e hoje são cultuados como clássicos
Nem todo clássico nasce aclamado. Ao longo da história do rock e do metal, diversos álbuns foram recebidos com desprezo pela crítica ou rejeição pelos fãs — apenas para, anos depois, se tornarem obras reverenciadas, influentes e até indispensáveis. Seja por inovação incompreendida, mudanças de estilo ou simplesmente por estarem à frente de seu tempo, esses discos provaram que o julgamento imediato nem sempre é definitivo.
Confira os casos mais emblemáticos:
🎸 Black Sabbath – Black Sabbath (1970) O disco que deu origem ao heavy metal foi inicialmente massacrado por críticos como Lester Bangs, que o chamou de “som feito por gente não qualificada”. Hoje, é considerado um marco absoluto do gênero e reverenciado como o nascimento do metal moderno.
⚡ Led Zeppelin – Led Zeppelin I (1969) A revista Rolling Stone detonou o álbum de estreia da banda, chamando-o de “pretensioso” e “sem alma”. Décadas depois, é visto como um dos pilares do hard rock e do blues pesado, influenciando gerações de músicos.
🕯️ Ozzy Osbourne – Blizzard of Ozz (1980) Após ser demitido do Black Sabbath, Ozzy era considerado um artista “acabado”. Seu disco solo foi inicialmente tratado com desconfiança, mas se tornou um clássico absoluto, com faixas como “Crazy Train” e “Mr. Crowley” redefinindo o metal melódico.
🔥 Black Sabbath – Heaven and Hell (1980) Com Ronnie James Dio nos vocais, o álbum foi rejeitado por parte dos fãs que não aceitavam a saída de Ozzy. Hoje, é considerado um dos melhores trabalhos da banda, com faixas como “Children of the Sea” e “Neon Knights” sendo cultuadas.
🦇 Avenged Sevenfold – City of Evil (2005) Ao abandonar o metalcore e adotar um som mais próximo do hard rock e do thrash melódico, o A7X foi duramente criticado por fãs antigos. Com o tempo, faixas como “Bat Country” e “Beast and the Harlot” se tornaram hinos modernos do metal mainstream.
💻 Bring Me the Horizon – Sempiternal (2013) A banda britânica abandonou o deathcore em favor de um som mais eletrônico e melódico. A mudança gerou revolta entre fãs puristas, mas o álbum foi posteriormente reconhecido como um divisor de águas no metal contemporâneo.
🎧 Reflexão
Esses álbuns mostram que o tempo é o maior crítico da música. O que hoje é clássico, ontem foi rejeitado. E talvez o próximo disco que você odiar seja, daqui a 20 anos, a trilha sonora de uma geração.











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