⚡ As 4 Músicas do AC/DC Que Estão Dominando o Spotify com Bilhões de Reproduções!
AC/DC e o poder do streaming: 4 músicas que estão beirando os 2 bilhões de reproduções no Spotify
O legado do AC/DC, uma das maiores bandas de rock da história, segue mais vivo do que nunca — e agora também digital. Em pleno 2025, quatro clássicos do grupo australiano estão entre os mais reproduzidos do Spotify, acumulando números impressionantes que beiram (ou já ultrapassam) a marca de 2 bilhões de streams. O fenômeno comprova que o hard rock continua conquistando novas gerações, mesmo em meio ao domínio do pop e do rap nas plataformas digitais.
🎧 As 4 faixas mais reproduzidas do AC/DC no Spotify
| 🎵 Música | 📊 Reproduções aproximadas | 📅 Lançamento | 💬 Destaque |
|---|---|---|---|
| Highway to Hell | +2 bilhões | 1979 | Primeiro hit global da banda, com Bon Scott nos vocais |
| Back in Black | +600 milhões | 1980 | Tributo a Bon Scott, com Brian Johnson assumindo os vocais |
| Thunderstruck | +636 milhões | 1990 | Riff icônico e presença constante em trilhas sonoras |
| Hells Bells | +379 milhões | 1980 | Faixa de abertura do álbum Back in Black, com atmosfera sombria |
A única faixa que já ultrapassou oficialmente os 2 bilhões de reproduções é Highway to Hell, consolidando-se como um dos maiores hinos da história do rock. As outras três seguem em ritmo acelerado, com potencial para alcançar esse marco nos próximos anos.
📈 O impacto do streaming no legado do AC/DC
O sucesso dessas músicas no Spotify mostra como o AC/DC transcende gerações. Mesmo com uma discografia que remonta aos anos 70, a banda continua relevante entre jovens ouvintes, gamers, cinéfilos e fãs de esportes — graças à presença constante de suas faixas em filmes, comerciais e eventos esportivos.
Além disso, o retorno da banda aos palcos em 2024, com shows no Brasil e participação no Rock in Rio, reacendeu o interesse por seus clássicos, impulsionando ainda mais os números nas plataformas digitais.
🔥 Reflexão
O AC/DC não apenas sobreviveu à morte de Bon Scott, às mudanças na indústria e às transformações tecnológicas — eles dominaram cada fase. E agora, com bilhões de reproduções, provam que o rock clássico não é apenas nostalgia: é força, é presença, é atualidade.











Comentários
Postar um comentário