LORNA SHORE lança álbum devastador: “I Feel The Everblack Festering Within Me” | Deathcore elevado ao épico!
Lorna Shore lança álbum brutal e emocional “I Feel The Everblack Festering Within Me”
A banda norte-americana Lorna Shore, referência incontestável no deathcore moderno, lançou oficialmente seu aguardado quinto álbum de estúdio, I Feel The Everblack Festering Within Me, em 12 de setembro de 2025, via Century Media Records. Com uma duração épica de 66 minutos, o disco marca uma nova fase na trajetória da banda, elevando ainda mais sua fusão de brutalidade extrema com elementos sinfônicos e atmosferas cinematográficas.
🎧 Sobre o álbum O trabalho abre com a devastadora Prison of Flesh, faixa de sete minutos que define o tom sombrio e introspectivo do disco. O vocalista Will Ramos entrega uma performance visceral, alternando entre guturais animalescos e passagens quase operáticas. A produção, assinada por Will Putney, destaca cada camada sonora — dos blast beats de Austin Archey às harmonias de guitarra de Adam De Micco e Andrew O’Connor.
Faixas como Oblivion, In Darkness e Unbreakable exploram temas como decadência urbana, trauma familiar e resistência emocional. A banda também lançou o videoclipe de Glenwood, uma peça visual tocante que retrata a reconexão de Ramos com seu pai e sua infância, adicionando profundidade emocional ao projeto.
🎶 Destaques e recepção
Oblivion foi o primeiro single, lançado em maio, e já acumula milhões de streams.
Forevermore, faixa de encerramento com quase 10 minutos, é considerada uma síntese da jornada sonora e lírica do álbum.
A crítica especializada elogiou a ousadia da banda em expandir os limites do deathcore, com o site Kerrang! classificando o álbum como “poderoso e teatral”.
📀 Impacto e próximos passos Com turnês mundiais já anunciadas e presença garantida em grandes festivais, Lorna Shore consolida sua posição como uma das bandas mais inovadoras e influentes do metal extremo contemporâneo. I Feel The Everblack Festering Within Me não apenas supera o sucesso de Pain Remains (2022), como redefine o que o deathcore pode ser: brutal, belo e profundamente humano











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