O Bebê de Nevermind Processa o Nirvana: Polêmica, Justiça e Dinheiro em Jogo!
O bebê da capa de "Nevermind" processou o Nirvana — e o caso ainda está vivo
Spencer Elden, conhecido mundialmente como o “bebê da capa do álbum Nevermind” do Nirvana, iniciou uma batalha judicial contra a banda e seus representantes alegando exploração sexual infantil e uso indevido de imagem. A história se desenrolou em várias etapas:
📍 Primeira ação judicial (2021)
Elden, então com 30 anos, alegou que sua imagem nua aos 4 meses de idade foi usada sem consentimento para promover pornografia infantil comercial.
O processo incluía 15 réus, entre eles os membros sobreviventes da banda (Dave Grohl e Krist Novoselic), a viúva de Kurt Cobain (Courtney Love), o fotógrafo Kirk Weddle e a gravadora DGC Records.
A defesa do Nirvana argumentou que Elden havia lucrado com sua fama ao longo dos anos, inclusive recriando a foto, tatuando o nome do álbum no peito e vendendo autógrafos.
❌ Rejeição do processo (janeiro de 2022)
O juiz Fernando M. Olguin, da Califórnia, rejeitou o processo alegando que Elden perdeu o prazo para responder ao pedido de anulação feito pela banda.
A acusação de tráfico sexual foi retirada após os advogados do Nirvana apontarem que a lei usada não se aplicava retroativamente.
🔁 Reabertura do caso (dezembro de 2023)
O Tribunal de Apelações do Nono Circuito dos EUA reabriu o processo, considerando que a republicação da capa em 2021, durante o relançamento de 30 anos do álbum, poderia ter causado novos danos a Elden.
A nova ação busca uma compensação de US$ 150 mil de cada réu, além de um julgamento por júri e proibição das práticas consideradas ilegais.
Essa saga judicial levanta debates sobre direitos de imagem, consentimento infantil e os limites da arte na cultura pop.











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