Overkill no Setembro Negro reacende polêmica: Quem realmente merece estar no Big Four do Thrash Metal?



Setembro Negro 2025 reacende debate sobre o Big Four do thrash metal com destaque para Overkill

O tradicional festival Setembro Negro, realizado entre os dias 5 e 7 de setembro de 2025 em São Paulo, trouxe à tona uma antiga e fervorosa discussão entre fãs de heavy metal: a formação do chamado Big Four do thrash metal norte-americano. Com a banda Overkill como headliner da noite de sábado, muitos questionaram novamente a ausência do grupo na lista oficial que inclui Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax.

🎸 Overkill: gigante fora da lista oficial

Formada em 1980, em Nova York, a Overkill é considerada por muitos como um dos pilares do thrash metal. Com uma sonoridade agressiva e crua, marcada pela energia punk e pela dupla icônica D.D. Verni e Bobby “Blitz” Ellsworth, a banda construiu uma discografia sólida ao longo de quatro décadas, mantendo-se fiel às raízes do gênero. Apesar disso, nunca foi oficialmente incluída no Big Four — o que gera indignação entre fãs e críticos que reconhecem sua importância histórica.

🔥 Setembro Negro como palco de reconhecimento

A participação de Overkill como atração principal no festival Setembro Negro 2025 foi vista como uma espécie de reparação simbólica. O evento, que reuniu mais de 30 bandas de metal extremo, incluindo nomes como Candlemass, Power Trip e Triptykon, reforçou a diversidade e a profundidade do gênero, indo além dos nomes mais comerciais.

📚 Big Four: construção histórica ou marketing?

O conceito de Big Four surgiu nos anos 2000, impulsionado por turnês conjuntas e estratégias de mercado. Embora as quatro bandas originais tenham desempenhado papéis fundamentais na popularização do thrash metal nos EUA, muitos especialistas apontam que a escolha foi mais comercial do que histórica. Bandas como Testament, Exodus, Death Angel e Overkill são frequentemente citadas como merecedoras de igual reconhecimento.

💬 Fãs e críticos reacendem o debate

Nas redes sociais e fóruns especializados, o debate voltou com força. Para alguns, o Big Four deveria ser expandido para incluir outras bandas influentes. Para outros, o conceito deveria ser abandonado em favor de uma visão mais ampla e inclusiva da história do thrash metal. O que é certo é que a paixão dos fãs continua sendo o combustível que mantém o gênero vivo e em constante evolução.

🎤 Thrash metal além das fronteiras

A discussão também destaca como o thrash metal se tornou um fenômeno global, com cenas vibrantes na América Latina, Europa e Ásia. Bandas brasileiras como Sepultura e Korzus, por exemplo, ajudaram a moldar o estilo em contextos locais, mostrando que o legado do thrash vai muito além dos Estados Unidos.

 

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