Revocation é Artista do Mês! Novo álbum redefine o death metal técnico em 2025!



Revocation é coroada Artista do Mês de setembro de 2025 pela Metal Injection — e lança álbum apocalíptico que redefine o death metal técnico

A banda norte-americana Revocation foi eleita pela revista Metal Injection como a Artista do Mês de setembro de 2025, em reconhecimento à sua trajetória implacável no death metal progressivo e à influência duradoura que exerce na cena underground. Formada em Boston em 2000, a banda celebra 25 anos de carreira com uma nova obra ambiciosa: o álbum New Gods, New Masters, lançado pela Metal Blade Records, considerado seu trabalho mais apocalíptico e conceitual até hoje.

🎸 Dave Davidson lidera uma nova era técnica e lírica Produzido pelo próprio Dave Davidson e mixado por Jens Bogren (The Haunted, Spiritbox), o disco mergulha em temas como inteligência artificial, distopia tecnológica e o culto moderno à inovação. Davidson declarou:

“Estamos substituindo os deuses antigos por novos — e esses novos deuses são feitos de silício e algoritmos.”

O álbum conta com colaborações de peso:

  • Jonny Davy (Job for a Cowboy) em “Cronenberged”

  • Travis Ryan (Cattle Decapitation) em “Confines of Infinity”

  • Luc Lemay (Gorguts) em “Buried Epoch”

  • E até o guitarrista de jazz Gilad Hekselman em “The All Seeing”

🥁 Lineup renovado, energia multiplicada A formação atual inclui os recém-chegados Harry Lannon (guitarra rítmica) e Alex Weber (baixo), além do baterista Ash Pearson, que juntos injetam vigor sem comprometer a brutalidade técnica que define o som da banda.

🌍 Turnês e impacto global Revocation está em meio a uma agenda intensa de shows pela Europa e América do Norte, com apresentações esgotadas e crescente base de fãs que valoriza sua recusa em se encaixar em subgêneros previsíveis. A banda continua a operar com ética DIY, gerenciando turnês independentes e mantendo presença autêntica nas redes sociais.

📈 Reconhecimento e crítica A escolha da Metal Injection como Artista do Mês não apenas celebra o talento técnico e lírico da banda, mas também destaca seu papel como farol criativo em um gênero saturado por fórmulas repetitivas. No entanto, críticos apontam que o virtuosismo extremo pode, em alguns momentos, obscurecer a conexão emocional com o ouvinte — um desafio que Revocation parece disposto a enfrentar com ousadia e profundidade

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