Rob Halford aos 73: O futuro do Judas Priest e o legado do Metal God!



Rob Halford, o Metal God, projeta futuro vibrante para o Judas Priest e reflete sobre legado no heavy metal

Em entrevista recente ao programa Loudwire Nights, o lendário vocalista Rob Halford, do Judas Priest, compartilhou sua empolgação com os próximos passos da banda, revelando planos ambiciosos para novas turnês e possíveis gravações. Aos 73 anos, Halford reafirma que o Priest está longe de desacelerar, destacando a química renovada com os membros mais recentes e o impacto positivo do álbum Invincible Shield, lançado em 2024, que rendeu à banda mais uma indicação ao Grammy.

Halford também comentou sobre a turnê conjunta com Alice In Chains, que serviu como catalisador criativo para novas ideias de palco e repertório. Segundo ele, os próximos shows devem mesclar clássicos como Painkiller e Breaking the Law com surpresas e colaborações inesperadas. “Estamos vivendo um momento de ouro para o metal. Há bandas novas surgindo com força, e o Priest quer continuar sendo parte ativa dessa evolução”, afirmou o vocalista.

Além dos planos musicais, Halford mergulhou em reflexões sobre sua trajetória de cinco décadas, desde os primórdios do heavy metal britânico até se tornar um ícone LGBTQ+ na música. Ele falou sobre sua luta contra o vício e a depressão, revelando que a sobriedade e a espiritualidade são pilares de sua rotina diária. “A estrada é cheia de tentações, mas aprendi a viver um dia de cada vez. Isso me mantém firme e focado”, disse em entrevista à Gold Derby.

Halford também abordou os desafios vocais que vêm com a idade, reconhecendo limitações naturais, mas reforçando que o apoio dos fãs e da banda o motiva a seguir entregando performances intensas. “Há coisas que não consigo mais fazer, mas ainda posso emocionar. E isso é o que importa”, declarou à Radio Futuro.

Essa postura otimista contrasta com as aposentadorias recentes de ícones do rock, como Ozzy Osbourne e Kiss, e posiciona o Judas Priest como um pilar eterno do metal. Halford se mostra não apenas como frontman, mas como mentor para novas gerações, reforçando que longevidade artística é possível sem perder a essência.

A entrevista é inspiradora, mas poderia ter explorado mais profundamente os aspectos físicos e emocionais da performance ao vivo na terceira idade. Essa vulnerabilidade, se abordada com mais franqueza, poderia fortalecer ainda mais a conexão entre Halford e seus fãs — mostrando que mesmo os deuses do metal enfrentam batalhas humanas.

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