The Town 2025 movimenta R$ 2,2 bilhões: o festival que virou potência econômica!
The Town 2025 movimenta R$ 2,2 bilhões e mostra que entretenimento também é motor da economia
O festival The Town 2025, realizado no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, está provando que é muito mais do que música e diversão: é também um gigante econômico. Segundo dados divulgados pela Prefeitura de São Paulo e pelo Observatório de Turismo e Eventos da SPTuris, os cinco dias de evento devem gerar um impacto de R$ 2,2 bilhões na economia da capital paulista.
💼 Geração de empregos e turismo O festival deve criar cerca de 26 mil postos de trabalho, entre vagas temporárias e permanentes, abrangendo áreas como segurança, alimentação, transporte, produção técnica e atendimento ao público. Além disso, cerca de 26% do público é formado por turistas, o que aquece setores como hotelaria, gastronomia e mobilidade urbana.
🚆 Infraestrutura e mobilidade Para atender à demanda, o governo municipal e estadual montaram uma operação robusta:
926 agentes da Guarda Civil Metropolitana
60 câmeras de monitoramento e drones
3.200 policiais militares e 1.100 viaturas
Transporte 24h com metrôs, trens e ônibus especiais, incluindo o Trem Expresso The Town e o Ônibus Primeira Classe, com embarques até de outras capitais
🏙️ São Paulo como vitrine global Durante coletiva de imprensa, o prefeito Ricardo Nunes destacou que o festival reforça a imagem de São Paulo como capital cultural e turística do Brasil. “É um momento de alegria, onde temos São Paulo sendo vista pelo Brasil e pelo mundo de forma positiva”, afirmou.
🎯 Marcas e experiências Mais de 70 marcas patrocinadoras participam do evento, com 80 ativações que vão de brindes a experiências imersivas. A “The Tower Experience”, por exemplo, mistura música, dança, tecnologia e até um dragão animatrônico, criando um ambiente único para o público.
🎶 Muito além dos palcos Com atrações como Travis Scott, Mariah Carey, Green Day e Lionel Richie, o The Town 2025 mostra que festivais de música podem ser catalisadores de desenvolvimento urbano, geração de renda e projeção internacional.
O entretenimento virou negócio — e São Paulo está colhendo os frutos.











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