MORTE AO SPOTIFY: A Revolta dos Artistas Contra o Streaming!
O movimento “Morte ao Spotify” está ganhando força internacionalmente e tem mobilizado artistas, fãs e profissionais da indústria musical em uma crítica profunda ao modelo de negócios das plataformas de streaming. Aqui estão os principais destaques das notícias recentes sobre esse movimento:
🧨 O que é o movimento “Morte ao Spotify”?
O termo surgiu como uma crítica à remuneração injusta oferecida aos músicos pela plataforma, mas evoluiu para um movimento cultural mais amplo.
Artistas e ouvintes estão repensando sua relação com o Spotify, questionando o impacto do streaming na diversidade musical e na escuta ativa.
📉 Críticas ao modelo de streaming
O livro Mood Machine, da jornalista Liz Pelly, foi um catalisador do movimento. Ela acusa o Spotify de transformar ouvintes em “consumidores passivos” e de pagar valores ínfimos aos artistas.
Os algoritmos da plataforma são apontados como responsáveis pela homogeneização da música, privilegiando faixas que se encaixam em playlists populares e prejudicando a descoberta de sons alternativos.
🗣️ Ações e mobilizações
O movimento “Death 2 Spotify” teve início em Oakland, Califórnia, com uma série de palestras e encontros entre músicos independentes, produtores e ativistas culturais.
Alguns artistas estão retirando suas músicas da plataforma ou incentivando seus fãs a migrarem para alternativas mais justas, como Bandcamp.
🌍 Impacto global e futuro
A campanha tem ganhado adesão em diversos países, com debates sobre o futuro da música independente e a necessidade de reconstruir a cultura de escuta.
Apesar de ainda ser um movimento de nicho, ele levanta questões importantes sobre o papel das grandes plataformas na formação do gosto musical e na sustentabilidade da arte












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