Grandes Polêmicas e Histórias do Mundo do Metal: Helloween, Metallica, Kiss e mais!



Aqui estão as principais notícias do mundo do metal


🎃 Andi Deris garante que a formação atual é a definitiva do Helloween

O vocalista Andi Deris afirmou que a atual formação do Helloween, que reúne membros clássicos como Michael Kiske e Kai Hansen com os integrantes mais recentes, é definitiva. A reunião começou em 2016 com a turnê Pumpkins United, inicialmente pensada como algo temporário, mas que rapidamente se transformou em um projeto permanente.

Segundo Deris, a interação entre os cantores e o entusiasmo dos fãs mostraram que essa formação era o futuro da banda. Ele destacou que, após os primeiros shows, ficou claro que havia uma química única e uma resposta massiva do público, consolidando a ideia de manter todos juntos.

A banda lançou o álbum Helloween em 2021, considerado um marco por unir diferentes gerações de fãs e músicos. O disco foi bem recebido e reforçou a ideia de que a formação expandida é capaz de satisfazer tanto os admiradores antigos quanto os novos.

Deris concluiu que o grupo agora consegue “satisfazer automaticamente todas as gerações de fãs”, tornando o Helloween uma banda que olha para frente sem abandonar seu passado.


🎸 A canção emocionante do Alice in Chains que Jerry Cantrell ainda tem dificuldade de ouvir

Jerry Cantrell, guitarrista e principal compositor do Alice in Chains, revelou que ainda sente dificuldade em ouvir certas músicas da banda devido à carga emocional envolvida. O grupo, marcado pela tragédia da morte de Layne Staley, deixou canções que se tornaram dolorosas lembranças.

Cantrell já comentou que algumas faixas trazem memórias intensas de momentos difíceis, especialmente ligadas ao período em que Staley lutava contra dependências. Essas músicas, embora amadas pelos fãs, ainda são pesadas para ele revisitar.

Em sua carreira solo, Cantrell ocasionalmente resgata músicas raras do Alice in Chains, mas sempre com cuidado. Em 2025, por exemplo, surpreendeu o público ao incluir uma dessas faixas em seu repertório, mostrando que ainda existe uma relação delicada com o legado da banda.

Esse vínculo emocional reforça o impacto que o Alice in Chains teve não apenas no cenário grunge, mas também na vida pessoal de seus integrantes, tornando suas músicas verdadeiros testemunhos de dor e superação.


🎤 Adrian Smith fala sobre teste que fez para entrar no Def Leppard

Após a morte do guitarrista Steve Clark em 1991, o Def Leppard buscava um substituto. Adrian Smith, então fora do Iron Maiden, chegou a fazer testes com a banda em Los Angeles.

Smith contou que passou dois dias ensaiando com Phil Collen e outros membros, e que a experiência foi positiva. No entanto, apesar da boa química, ele tinha outros projetos em mente, como o lançamento de seu trabalho com o Psycho Motel, o que inviabilizou sua entrada.

A vaga acabou ficando com Vivian Campbell, ex-Dio e Whitesnake, que permanece até hoje no Def Leppard. Smith, por sua vez, retornou ao Iron Maiden em 1999, consolidando novamente sua trajetória com a banda.

Esse episódio é considerado um dos grandes “e se” da história do rock, já que a entrada de Smith poderia ter mudado profundamente o som e a trajetória do Def Leppard.


⚡ A música detestada pelo Metallica que foi tocada apenas uma vez ao vivo

A faixa “Escape”, do álbum Ride the Lightning (1984), é rejeitada por James Hetfield há décadas. O vocalista já declarou que nunca gostou da música, que foi composta sob pressão da gravadora.

Apesar de integrar um dos discos mais icônicos do Metallica, “Escape” só foi tocada ao vivo uma única vez, em 2012, durante o Orion Festival. A performance aconteceu porque a banda decidiu executar o álbum completo, obrigando-os a incluir a faixa.

Hetfield sempre deixou claro que considera a música pouco representativa do Metallica, e que não se encaixa no estilo da banda. Por isso, ela foi praticamente banida dos setlists.

Esse episódio mostra como até mesmo álbuns considerados perfeitos pelos fãs podem conter faixas que os próprios músicos preferem esquecer.


🎭 O disco do Kiss que complicou Paul Stanley em termos vocais

O produtor Bob Ezrin revelou que o álbum conceitual Music from “The Elder” (1981) colocou Paul Stanley em uma posição vocal extremamente difícil. Segundo ele, Stanley foi obrigado a cantar em um estilo quase operístico, fora de sua zona de conforto.

Ezrin explicou que o disco exigia uma abordagem teatral e complexa, o que acabou sobrecarregando Stanley. O vocalista precisou adaptar sua técnica para atender às demandas do conceito, algo que não era natural para ele.

O álbum, apesar de cultuado por alguns fãs, foi um fracasso comercial e é lembrado como um dos momentos mais controversos da carreira do Kiss. Stanley já declarou que foi um dos trabalhos mais desafiadores de sua vida.

Essa experiência reforça como decisões artísticas ousadas podem colocar músicos em situações complicadas, mesmo em bandas consagradas como o Kiss.


🌈 Por que foi tão difícil substituir Dio no Rainbow, segundo Ronnie Romero

Ronnie Romero, que entrou para o Rainbow em 2015, revelou que substituir Ronnie James Dio foi um dilema enorme. Segundo ele, os fãs não queriam ver uma cópia, mas também não aceitavam algo muito diferente.

Romero destacou que Dio é considerado um “padrinho dos cantores” e que sua interpretação é praticamente insuperável. Isso tornou qualquer tentativa de substituição um desafio quase impossível.

O vocalista chileno afirmou que precisou encontrar um equilíbrio entre respeitar o legado de Dio e trazer sua própria identidade. Essa tensão marcou sua passagem pela banda.

O caso mostra como ícones como Dio deixam marcas tão fortes que moldam não apenas o público, mas também os músicos que vêm depois.


🇺🇸 A banda fenômeno do rock americano que fez história e depois todos passaram a se odiar

O Talking Heads é lembrado como uma das bandas mais criativas do rock americano, mas também como um grupo que se desfez em meio a brigas internas. Formada por amigos de faculdade, a banda rapidamente ganhou destaque em Nova York e se tornou referência mundial.

Com sucessos como “Psycho Killer” e “Burning Down the House”, o Talking Heads marcou época pela inovação e pela mistura de estilos. No entanto, os egos e disputas internas começaram a corroer a relação entre os integrantes.

A baixista Tina Weymouth, por exemplo, nunca foi considerada uma virtuose, mas sua entrada consolidou a formação. Com o tempo, porém, ressentimentos e disputas de território tornaram a convivência insustentável.

Hoje, apesar da pressão dos fãs por uma reunião, os próprios membros reconhecem que a volta é improvável, já que as mágoas permanecem vivas

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