1973: os 15 álbuns que fizeram do prog rock um paraíso sonoro!

 


1973: os 15 álbuns que fizeram do prog rock um paraíso sonoro!

1973 é considerado por muitos fãs e críticos como o ano mais ousado e criativo do rock progressivo. Com lançamentos que vão de épicos sinfônicos a experimentações psicodélicas, esses 15 álbuns definiram o auge do gênero e influenciaram gerações futuras.

O ano de 1973 marcou um verdadeiro apogeu para o rock progressivo. Bandas consagradas e emergentes lançaram obras que expandiram os limites da música, misturando elementos de jazz, música clássica, psicodelia e tecnologia analógica. A combinação de Mellotrons, sintetizadores e estruturas épicas fez desse período um marco definitivo na história do gênero.

Entre os destaques absolutos está Pink Floyd com The Dark Side of the Moon, lançado em março. O disco não apenas redefiniu o conceito de álbum como obra de arte, mas também se tornou um fenômeno comercial e cultural. Com temas existenciais e produção impecável, é considerado por muitos o maior álbum progressivo de todos os tempos.

Outro gigante de 1973 foi o Genesis, com Selling England by the Pound. A banda britânica mergulhou em paisagens sonoras complexas e letras poéticas, consolidando o talento de Peter Gabriel como contador de histórias e de Steve Hackett como arquiteto de texturas sonoras. O disco é um dos pilares do prog sinfônico inglês.

O King Crimson lançou Larks’ Tongues in Aspic, uma obra experimental que mescla rock, música erudita e improvisação. Com a entrada do percussionista Jamie Muir, o grupo explorou territórios sonoros inéditos, influenciando o avant-prog e o metal progressivo. Já o Gentle Giant contribuiu com In a Glass House, um álbum técnico e cerebral que desafia os padrões convencionais.

A cena italiana também brilhou com álbuns como Zarathustra do Museo Rosenbach, Felona e Sorona do Le Orme e Photos of Ghosts do Premiata Forneria Marconi. Esses discos trouxeram uma abordagem lírica e sinfônica, com forte influência da música clássica europeia, consolidando a Itália como um dos polos mais criativos do prog.

Outros nomes que completam essa lista incluem Rick Wakeman com The Six Wives of Henry VIII, Renaissance com Ashes Are Burning, Caravan, Area, Banco del Mutuo Soccorso, Mike Oldfield com Tubular Bells e Emerson, Lake & Palmer com Brain Salad Surgery. Juntos, esses álbuns transformaram 1973 em um verdadeiro paraíso progressivo.

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