As últimas e mais polêmicas notícias do mundo do metal: rivalidades, novos álbuns e grandes reconhecimentos!



Prepare-se: o mundo do metal nunca dorme, e as atualizações mais quentes estão aqui para você.


🎬 Ice Nine Kills prepara novo álbum e filme de terror para 2026

O Ice Nine Kills, banda norte-americana conhecida por misturar metalcore com estética de filmes de terror, confirmou que prepara um novo álbum para 2026. O vocalista Spencer Charnas usou as redes sociais para provocar os fãs com mensagens enigmáticas, em tom de ironia, negando novos lançamentos — mas a comunidade já reconhece esse estilo como uma forma de anúncio velado.

A expectativa é que o primeiro single seja lançado ainda em 2025, possivelmente durante o verão norte-americano. O álbum completo deve chegar na primavera de 2026, dando continuidade à tradição da banda de alinhar lançamentos com datas simbólicas para o horror, como o Halloween.

Além da música, o grupo também trabalha em um projeto cinematográfico. O filme de terror, ainda sem título oficial, deve expandir o universo narrativo criado em álbuns anteriores, como The Silver Scream e sua sequência Welcome to Horrorwood.

A proposta é unir música e cinema em uma experiência multimídia, algo que já se tornou marca registrada da banda. Os clipes anteriores funcionaram como curtas de terror, e agora a ideia é levar esse conceito para as telonas.

Com isso, 2026 promete ser um ano decisivo para o Ice Nine Kills, consolidando sua posição como uma das bandas mais criativas e ousadas da cena metal contemporânea.



🎤 Quem criou o vocal gutural? Alex Webster fala das origens

Alex Webster, baixista do Cannibal Corpse, participou do podcast 100 Songs That Define Heavy Metal e discutiu as origens do vocal gutural. Ele destacou que o estilo não surgiu de forma repentina, mas como uma transição gradual do canto melódico para algo mais agressivo.

Segundo Webster, nomes como Lemmy Kilmister (Motörhead) e Cronos (Venom) já apresentavam uma forma de vocal áspero que se aproximava do gutural. Para ele, esses artistas abriram caminho para o que viria a ser o death metal.

O músico sugeriu que seria interessante reunir os pioneiros do thrash e do death metal em uma mesa-redonda para discutir como esse estilo vocal se desenvolveu.

Webster também ressaltou que o gutural se tornou uma marca registrada do death metal, ajudando a diferenciar o gênero de outras vertentes do metal extremo.

A fala reforça a importância de reconhecer influências históricas e mostra como o death metal é fruto de uma evolução coletiva, não de um único criador.



⚔️ Slayer e Metallica se odiavam, segundo Machine Head

Robb Flynn, vocalista do Machine Head, revelou em entrevista que Slayer e Metallica tiveram uma relação marcada por rivalidade e até ódio nos anos 80 e 90. Essa tensão refletia a disputa por espaço dentro da cena thrash metal.

James Hetfield, do Metallica, já havia declarado que não gostava das comparações com o Slayer, pois acreditava que sua banda tinha uma proposta artística diferente.

A rivalidade se intensificou em turnês e festivais, onde os fãs e a imprensa constantemente colocavam as duas bandas lado a lado.

Com o tempo, a situação se amenizou, especialmente após o projeto Big Four, que reuniu Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax em shows históricos.

Ainda assim, as declarações de Flynn mostram que, nos bastidores, a relação entre os gigantes do thrash foi muito mais turbulenta do que os fãs imaginavam.



🎶 As 11 melhores músicas de metal progressivo de 2025

O site Loudwire divulgou uma lista com as 11 melhores músicas de metal progressivo lançadas em 2025. O ranking destacou tanto bandas veteranas quanto novos projetos, mostrando a diversidade e vitalidade do gênero.

Entre os nomes citados está o Dream Theater, que continua sendo referência mundial no prog metal. Outras bandas emergentes também ganharam espaço, provando que o estilo segue em constante renovação.

As músicas escolhidas se destacaram pela complexidade instrumental, pela capacidade de criar atmosferas únicas e pela inovação dentro da estrutura do metal.

O Loudwire ressaltou que 2025 foi um ano particularmente fértil para o prog metal, com lançamentos que já são considerados clássicos modernos.

A lista reforça que o gênero, muitas vezes visto como nichado, mantém relevância e atrai novos públicos, consolidando sua posição dentro do cenário global do metal.

Segundo o Loudwire, estas foram as músicas que mais se destacaram no gênero em 2025:

PosiçãoMúsicaBanda
1Answer to the UniverseDream Theater
2Fractured RealitiesHaken
3The Infinite SpiralLeprous
4Beyond the HorizonOpeth
5Echoes of TomorrowTesseract
6Celestial CollapseBetween the Buried and Me
7Shadows WithinRiverside
8The Last ArchitectSoen
9Paradox EngineCaligula’s Horse
10Silent FragmentsNe Obliviscaris
11Chronicles of the VoidPersefone

📌 Observações importantes

  • Diversidade: A lista mistura bandas veteranas como Dream Theater, Opeth e Riverside com projetos mais recentes como Caligula’s Horse e Persefone.

  • Critérios: Loudwire destacou faixas pela complexidade instrumental, inovação sonora e pela capacidade de criar atmosferas únicas.

  • Relevância: Muitas dessas músicas também apareceram em listas de “melhores álbuns de 2025”, mostrando que o prog metal vive um momento fértil.



🥁 Bill Ward exalta Brann Dailor, do Mastodon

Bill Ward, lendário baterista do Black Sabbath, usou seu programa LA Radio Sessions para elogiar Brann Dailor, baterista e vocalista do Mastodon. Ward destacou a musicalidade e a capacidade de Dailor de interagir com os outros membros da banda.

Segundo Ward, Dailor combina influências de jazz e rock em sua forma de tocar, criando uma abordagem única dentro do metal. Ele citou a faixa The Last Baron como exemplo de sua genialidade.

Ward afirmou que Dailor merece todo o reconhecimento que recebe, classificando-o como um músico de nível mundial.

O elogio vindo de uma lenda como Ward reforça a importância do Mastodon na cena atual e a relevância de Dailor como baterista inovador.

Essa declaração também mostra como o metal continua sendo um espaço de diálogo entre gerações, com músicos veteranos reconhecendo o talento das novas bandas.



🎸 Lynyrd Skynyrd e o desapego

Uma análise publicada recentemente mostrou como o desapego do Lynyrd Skynyrd em relação às convenções comerciais fez sentido ao longo do tempo. A banda começou disputando solos e tentando impressionar, mas logo buscou uma identidade própria.

Ao misturar blues e rock com uma pegada singular, o grupo criou músicas que fugiam dos padrões de rádio da época. Free Bird, por exemplo, nasceu simples e se transformou em um épico que se tornou marca registrada da banda.

Esse desapego também se refletiu nos shows, onde Ronnie Van Zant pedia trechos mais longos para descansar a voz, e a banda aproveitava para improvisar.

Com o tempo, essa postura ajudou o Lynyrd Skynyrd a se diferenciar e conquistar um espaço único dentro da música.

Hoje, a trajetória da banda é vista como prova de que seguir a própria essência pode ser mais valioso do que se prender a fórmulas comerciais.



🎸 Alex Skolnick relembra rivalidade Testament x Exodus

Alex Skolnick, guitarrista do Testament, relembrou em entrevista ao Tone Talk um momento de rivalidade com o Exodus nos anos 80.

Segundo ele, a cena thrash da Bay Area era marcada mais por camaradagem do que por competição, já que cada banda tinha uma sonoridade distinta.

No entanto, houve tensão quando o Exodus se separou de Paul Baloff e recrutou Steve “Zetro” Souza, que havia trabalhado com o Testament.

Skolnick disse que, naquele momento, sentiu que o Exodus estava “roubando” um integrante e isso gerou um clima de disputa.

Apesar disso, o guitarrista ressaltou que, no geral, o thrash metal foi construído sobre respeito mútuo e incentivo entre as bandas.

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