Grandes Polêmicas e Novidades do Mundo Metal: Van Halen, Iron Maiden, Deep Purple e Mais!
Aqui está uma coletânea detalhada das principais notícias do mundo do metal e rock.
🎸 Van Halen e as rádios nos anos 80
Alex Van Halen revelou que, nos anos 1980, rádios impunham uma condição para tocar músicas da banda: remover os solos de guitarra de Eddie Van Halen. O baterista contou que o maior hit, “Jump”, chegou a ser alvo dessa prática. As rádios acreditavam que os solos tornavam as músicas longas e pouco “palatáveis” para o público mainstream. Isso chocava os músicos, já que os solos eram parte essencial da identidade da banda. Alex comentou o episódio em entrevista a Nicko McBrain (Iron Maiden), destacando como Eddie redefiniu os limites da guitarra. Apesar da pressão, o Van Halen manteve sua essência e conquistou espaço nas rádios com versões editadas. Esse episódio mostra o conflito entre a arte e a indústria musical, onde a busca por audiência muitas vezes sacrificava a integridade artística.
🥁 Jay Weinberg deixa o Suicidal Tendencies
Jay Weinberg anunciou sua saída do Suicidal Tendencies após quase dois anos na banda. Ele havia entrado em 2024, logo após ser demitido do Slipknot. O baterista explicou que sua decisão está ligada à chegada de seu primeiro filho e ao desejo de focar em projetos pessoais. Entre os planos, Weinberg citou colaborações artísticas e a construção de um espaço criativo em casa. Ele agradeceu ao Suicidal Tendencies pela experiência e afirmou que a saída foi amigável. A mudança encerra um ciclo marcado por shows intensos e pela continuidade da tradição crossover thrash da banda.
⚡ Dennis Stratton critica discos atuais do Iron Maiden
Dennis Stratton, guitarrista que participou do álbum de estreia do Iron Maiden, declarou não gostar dos discos recentes da banda. Segundo ele, a fase progressiva iniciada em Seventh Son of a Seventh Son (1988) afastou seu interesse. Stratton considera alguns trabalhos “monótonos” e “chatos”, preferindo os clássicos diretos do início da carreira. O músico destacou que não se identifica com as composições longas e complexas da banda atual. Suas declarações reforçam o contraste entre a fase inicial e a evolução progressiva que conquistou muitos fãs, mas não todos os ex-integrantes.
🎤 Paul Rodgers fora do Hall da Fama
Paul Rodgers, vocalista do Bad Company, não participou da cerimônia de indução da banda ao Rock and Roll Hall of Fame em novembro de 2025. A reunião com Simon Kirke estava confirmada, mas Rodgers cancelou dias antes. O motivo foi sua saúde: o cantor sofreu dois AVCs (2016 e 2019) e relatou que o estresse da performance seria prejudicial. Ele afirmou que cantar não é problema, mas lidar com a pressão do evento seria arriscado. Kirke representou a banda na cerimônia, enquanto Rodgers reforçou que sua prioridade é preservar a saúde.
🤘 Scott Ian e o plano improvável
Scott Ian, guitarrista do Anthrax, revelou que, nos primeiros anos da banda, cogitou entrar para os fuzileiros navais caso o grupo não vingasse. Ele e Danny Lilker, baixista original, discutiam alternativas diante da incerteza do futuro. O Anthrax acabou prosperando e se tornou um dos pilares do thrash metal. Ian relembrou a conversa em entrevista à Metal Hammer, destacando o alívio de não ter seguido esse caminho. A revelação mostra como o destino da banda foi incerto no início, mas acabou se consolidando como parte do “Big Four” do thrash.
🎶 A melhor música de heavy metal de 1986, segundo o Loudwire
O portal Loudwire fez uma lista das melhores músicas de heavy metal lançadas em 1986. Curiosamente, o primeiro lugar não foi “Master of Puppets”, do Metallica. A escolhida foi “Peace Sells”, do Megadeth, faixa que se tornou um hino do thrash metal e consolidou Dave Mustaine como um dos grandes nomes do gênero. A música é lembrada pelo riff marcante e pela crítica social em sua letra, que questiona valores políticos e culturais da época. Segundo o Loudwire, “Peace Sells” representa melhor o espírito contestador e agressivo do metal de meados dos anos 80. Esse reconhecimento reforça como 1986 foi um ano crucial para o gênero, com lançamentos históricos de Metallica, Slayer, Megadeth e outros.
🎤 Deep Purple e a música proibida nos palcos
Desde 2002, o Deep Purple deixou de tocar “Child in Time” ao vivo. O motivo é a dificuldade técnica que a canção impõe ao vocalista Ian Gillan, especialmente nos agudos extremos. Gillan declarou que prefere preservar sua voz e evitar performances que possam comprometer sua saúde vocal. A faixa, lançada em 1970 no álbum In Rock, é considerada um dos maiores hinos da fase clássica da banda. Apesar da ausência nos shows, “Child in Time” continua sendo reverenciada pelos fãs como uma das obras-primas do rock progressivo.
💿 Quatro álbuns underground dos anos 90
O Loudwire também destacou quatro discos underground dos anos 90 que muitos fãs talvez nunca tenham ouvido. Entre eles está Bee Thousand, do Guided by Voices, considerado um blueprint para o indie rock moderno. Outro destaque é Spiderland, do Slint, que influenciou o post-rock e bandas experimentais. A lista inclui ainda Diary, do Sunny Day Real Estate, essencial para o movimento emo, e Lift Your Skinny Fists Like Antennas to Heaven, do Godspeed You! Black Emperor, referência no pós-rock orquestral. Esses álbuns mostram como os anos 90 foram férteis em experimentação fora do mainstream, moldando estilos que ainda ecoam hoje.
🌑 Pink Floyd e o recorde do Dark Side of the Moon
O álbum The Dark Side of the Moon, lançado em 1973, está prestes a atingir 1.000 semanas na Billboard 200. Esse feito o torna o disco com mais tempo na parada norte-americana, um recorde absoluto. A obra, que mistura rock progressivo e experimentação sonora, continua atraindo novas gerações. O sucesso é atribuído à atemporalidade de faixas como “Time” e “Money”, além da produção impecável de Alan Parsons. O marco reforça a posição do Pink Floyd como uma das bandas mais influentes da história da música.
🍹 Sammy Hagar e a venda da empresa de tequila
Sammy Hagar, ex-vocalista do Van Halen, relembrou a venda de sua marca de tequila, Cabo Wabo, por 80 milhões de dólares. Ele descreveu a sensação como surreal: “Você acorda, deita no chão e rola rindo por alguns minutos”. Hagar afirmou que o negócio mudou sua vida, permitindo luxos como Ferraris, casas e vinhos finos. O músico destacou que sem esse acordo não poderia viver no padrão que mantém hoje. A história mostra como artistas de rock também se tornaram empresários de sucesso fora da música.
🎵 Norma Jean anuncia shows e cancelamento do festival
A banda de metalcore Norma Jean anunciou três apresentações para abrir o ano de 2026. Os shows acontecerão em cidades selecionadas nos EUA, marcando o início de uma nova fase da turnê. No entanto, o festival Ballads & Breakdowns, em San Antonio, onde eles se apresentariam, foi cancelado. A banda lamentou o ocorrido, mas garantiu que os fãs terão outras oportunidades de vê-los ao vivo. Esse anúncio reforça a relevância contínua do Norma Jean no cenário do metalcore, mesmo após duas décadas de carreira.
🎶 Symphony In Peril lança novo single
A banda Symphony In Peril compartilhou o single “Sheep In Wolves Clothing”, parte de seu próximo álbum. O lançamento marca o retorno do grupo após um período de silêncio e gera expectativa entre os fãs de metalcore cristão. A faixa mantém a sonoridade agressiva e lírica crítica, características da banda desde os anos 2000. O novo álbum promete explorar temas sociais e espirituais, mantendo a intensidade que os consagrou. Esse retorno é visto como uma oportunidade de reconectar a banda com sua base de fãs e conquistar novos ouvintes.
🌌 O duo prog que ficou “estranho demais”
Um duo de rock progressivo revelou que perdeu sua gravadora por ser considerado “estranho demais”. Segundo os músicos, o contrato foi encerrado após experimentos psicodélicos que incluíam yoga, respiração e uso de cogumelos durante as sessões criativas. Eles decidiram abraçar ainda mais a estranheza, criando músicas ainda mais experimentais e fora dos padrões comerciais. O episódio mostra como a indústria musical pode se afastar de artistas que desafiam convenções. Apesar da perda da gravadora, o duo segue produzindo de forma independente, buscando um público que valorize sua ousadia artística.
Até agora, não foi possível identificar com precisão quem é o duo em questão. O episódio aparece mais como uma curiosidade editorial que ilustra o contraste entre a ousadia artística e as exigências comerciais da indústria musical, sem que nomes específicos tenham sido confirmados.












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