Isa Roddy ressignifica clássico do Black Sabbath e inicia nova fase artística!
Isa Roddy, ex-vocalista da banda Dogma, lançou uma versão inédita da balada Changes, do Black Sabbath. A releitura transforma a canção em um manifesto pessoal de amadurecimento e reinvenção.
📰 Isa Roddy ressignifica clássico do Black Sabbath em nova fase da carreira
A cantora Isa Roddy, conhecida mundialmente por ter sido a primeira vocalista da misteriosa banda Dogma sob o codinome Lilith, apresentou ao público sua versão de Changes, balada composta por Tony Iommi e Geezer Butler e eternizada pelo Black Sabbath. O lançamento, inicialmente disponível no YouTube e com previsão de chegar às plataformas de streaming em breve, marca um momento decisivo na trajetória da artista. Mais do que uma homenagem musical, a releitura se transforma em um manifesto íntimo sobre crescimento e reinvenção, revelando uma Isa que busca se desvincular das polêmicas do passado e afirmar sua identidade artística.
Diferente da narrativa original da música, que retrata o fim de um relacionamento amoroso, Isa Roddy propõe um novo olhar. Ao substituir o verso “she was my woman” por “she was my young one”, a cantora redireciona a dor da perda para um processo de amadurecimento pessoal. Em suas próprias palavras, trata-se de aceitar que existe uma parte de nós que não volta mais: aquela versão mais jovem e inocente que precisa ser deixada para trás. Essa mudança lírica confere à canção um tom de autodescoberta e libertação, transformando a balada melancólica em um hino de transição e força.
A escolha de Changes não é aleatória. Isa Roddy viveu momentos conturbados durante sua passagem pelo Dogma, banda que ganhou notoriedade por seu conceito enigmático e pela estética sombria. Em cartas abertas e entrevistas recentes, a artista revelou conflitos contratuais, uso indevido de sua imagem e até denúncias de calote por parte da administração do grupo. Ao revisitar um clássico do Black Sabbath, Isa parece dialogar com sua própria história, ressignificando não apenas a música, mas também sua relação com o passado. A versão surge como uma espécie de catarse, onde a artista se reconcilia com suas dores e projeta um futuro independente.
O impacto da releitura já começa a ser sentido entre fãs e críticos. Muitos destacam a coragem da cantora em se apropriar de uma obra tão icônica e dar-lhe um significado pessoal. A performance vocal de Isa, marcada por intensidade e vulnerabilidade, reforça a autenticidade da proposta. Para os admiradores do Dogma, a iniciativa representa uma oportunidade de enxergar a artista fora da sombra da banda, enquanto para o público geral é uma chance de conhecer uma voz que se reinventa sem medo de confrontar suas próprias cicatrizes.
Além da música, Isa Roddy tem compartilhado reflexões sobre sua nova fase de carreira. Em depoimentos recentes, ela afirmou que pretende construir uma trajetória solo baseada em transparência e conexão genuína com o público. A artista, que atualmente vive na Alemanha, planeja lançar um álbum autoral ainda em 2026, mesclando influências do metal, rock alternativo e elementos experimentais. A versão de Changes funciona como um cartão de visitas para essa nova etapa, sinalizando que sua arte será marcada por honestidade emocional e ousadia criativa.
Com este lançamento, Isa Roddy reafirma que sua voz não é apenas instrumento musical, mas também veículo de transformação pessoal. Ao ressignificar um clássico do Black Sabbath, ela abre caminho para uma narrativa própria, onde cada nota carrega a força de quem decidiu se libertar das amarras do passado. Em um cenário musical cada vez mais competitivo, Isa mostra que autenticidade continua sendo um diferencial poderoso. Sua versão de Changes não é apenas uma canção: é um testemunho de resistência, amadurecimento e esperança












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