Kerry King revela seu álbum favorito do Black Sabbath!

 

Kerry King revela seu álbum favorito do Black Sabbath

Kerry King, guitarrista do Slayer, surpreendeu os fãs ao revelar qual considera o melhor álbum do Black Sabbath. Em vez de escolher os clássicos mais citados como Paranoid ou Master of Reality, King destacou Sabotage (1975) como sua obra favorita da banda. Para ele, esse disco representa um momento de ousadia criativa, onde o Sabbath explorou novas sonoridades sem perder a essência pesada que os consagrou. A escolha chamou atenção porque Sabotage nem sempre aparece nas listas de favoritos dos fãs, mas King argumenta que a complexidade das composições e a intensidade emocional fazem dele um marco na discografia.

O guitarrista explicou que o álbum foi fundamental em sua formação musical. Ele relembrou que, ao ouvir faixas como “Symptom of the Universe” e “Hole in the Sky”, percebeu que a guitarra podia ser usada como uma ferramenta de agressividade e inovação. King afirmou que esses riffs moldaram sua visão sobre como o metal deveria soar: brutal, mas ao mesmo tempo criativo. Essa influência se refletiu diretamente no Slayer, banda que ajudou a definir o thrash metal nos anos 80. Para King, Sabotage é um exemplo de como o Black Sabbath nunca teve medo de arriscar.

A escolha também reacendeu debates entre fãs e críticos. Muitos concordaram com King, destacando que Sabotage é um álbum subestimado, com letras que refletem as tensões internas da banda na época. Outros, porém, defendem que discos como Vol. 4 ou Heaven and Hell têm maior impacto cultural. Essa diversidade de opiniões mostra a riqueza da obra do Sabbath, capaz de gerar discussões apaixonadas mesmo décadas após seu lançamento. O comentário de King trouxe o álbum de volta ao centro das atenções, incentivando novos ouvintes a explorarem sua sonoridade.

Além da música, King destacou a produção crua e visceral de Sabotage. Ele afirmou que o disco transmite uma sensação de urgência, como se a banda estivesse lutando contra o tempo e contra seus próprios demônios. Essa atmosfera, segundo ele, é o que torna o álbum tão especial. Para os fãs do Slayer, a revelação foi uma oportunidade de entender melhor as raízes do guitarrista e como o Black Sabbath influenciou diretamente o DNA do thrash metal. King reforçou que sem Iommi e companhia, o Slayer talvez nunca tivesse existido.

O impacto da declaração foi imediato. Plataformas de streaming registraram aumento significativo nas reproduções de Sabotage, mostrando que a opinião de King despertou curiosidade entre os fãs. Blogs e canais especializados também revisitaram o álbum, produzindo análises detalhadas sobre sua importância. Essa redescoberta reforça como o Black Sabbath continua relevante, mesmo após mais de cinquenta anos de carreira. O poder de suas músicas transcende gerações e inspira músicos até hoje.

Em resumo, a escolha de Kerry King mostra que o legado do Black Sabbath vai além dos clássicos mais óbvios. Sabotage é um álbum que merece reconhecimento por sua ousadia e intensidade. Ao destacá-lo, King não apenas compartilhou sua admiração, mas também convidou os fãs a revisitar uma obra que ajudou a moldar o metal. Essa revelação reforça a ideia de que o Sabbath é uma fonte inesgotável de inspiração, capaz de influenciar até os músicos mais extremos.

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