Lita Ford prepara álbum, Slash inspira fãs e Iron Maiden revela bastidores: Mundo Metal em foco!


Aqui estão as notícias mais recentes e detalhadas do mundo do metal e do rock:


🎸 Lita Ford prepara álbum temático para maio de 2026

Lita Ford, ícone do hard rock dos anos 1980 e ex-integrante do The Runaways, revelou que seu novo álbum está previsto para maio de 2026. O projeto, que sucede Living Like a Runaway (2012), será um disco conceitual com uma narrativa coesa, algo raro na era dos singles e do streaming.

Em entrevista ao programa Get On The Bus, Lita afirmou que não se deixa levar pelas tendências da indústria musical atual. Ela reforçou que prefere criar álbuns completos, com começo, meio e fim, como os clássicos que marcaram sua juventude.

O novo trabalho está sendo produzido por Gary Hoey, que também contribui com guitarras. A sonoridade promete resgatar elementos do hard rock tradicional, com letras que exploram temas sombrios e fantásticos, descritos por ela como uma “dark fairytale”.

Lita também comentou sobre os desafios de manter relevância em um cenário dominado por algoritmos e playlists. Para ela, o segredo está em manter a autenticidade e não comprometer a arte por números.

Com essa postura firme e criativa, Lita Ford mostra que ainda tem muito a oferecer ao rock, mantendo viva a chama dos álbuns conceituais e da composição profunda.


🎤 4 Non Blondes e Black Crowes lideram comebacks dos anos 90

Duas bandas icônicas dos anos 1990 estão de volta com novos álbuns: 4 Non Blondes e The Black Crowes. Ambas anunciaram lançamentos para 2026, marcando retornos aguardados por fãs que sentem falta do rock visceral daquela década.

O álbum dos Black Crowes, A Pound of Feathers, será lançado em março e já conta com dois singles divulgados. A banda promete uma sonoridade fiel às raízes do southern rock, com letras introspectivas e arranjos clássicos.

Já os 4 Non Blondes, liderados por Linda Perry, voltam após mais de 30 anos com um novo projeto. Perry afirmou que está pronta para deixar os bastidores e voltar aos holofotes como artista, trazendo composições inéditas e uma turnê europeia com Def Leppard.

Ambas as bandas representam uma geração que busca reconectar-se com o público em meio à saturação do pop e do hip-hop. A frase “They’re starved for rock and roll like this” resume bem o sentimento dos fãs.

Esses retornos mostram que o rock dos anos 90 ainda tem força e apelo, especialmente quando feito com paixão e autenticidade.


🏆 As 5 melhores músicas de rock do século 21 segundo Rolling Stone

A Rolling Stone divulgou uma lista com as cinco melhores músicas de rock do século 21, destacando nomes como The Killers, White Stripes, The Strokes, Yeah Yeah Yeahs e Radiohead.

Entre os destaques está “Seven Nation Army” do White Stripes, considerada um hino moderno com riff icônico que transcendeu o rock e virou canto de torcida. “Mr. Brightside” do The Killers também aparece como símbolo da melancolia dançante dos anos 2000.

“Last Nite” do The Strokes representa o renascimento do garage rock, enquanto “Maps” do Yeah Yeah Yeahs traz uma abordagem emocional e experimental. “Idioteque” do Radiohead fecha a lista com sua fusão de eletrônica e angústia existencial.

A lista mostra que, mesmo com o declínio do rock nas paradas, o gênero continua produzindo músicas que definem gerações e influenciam artistas de outros estilos.

Essas faixas são lembradas não apenas por sua sonoridade, mas por capturar o espírito de seus tempos, provando que o rock ainda é relevante e inovador.


⚠️ A turnê faraônica que quase destruiu o Iron Maiden

A “World Slavery Tour” do Iron Maiden, realizada entre 1984 e 1985, foi uma das mais extenuantes da história do metal. Com mais de 190 shows em 13 meses, a turnê deixou marcas profundas nos integrantes, especialmente em Bruce Dickinson.

O desgaste físico e emocional foi tão intenso que Dickinson não contribuiu com nenhuma composição para o álbum seguinte, Somewhere in Time (1986). Steve Harris explicou que o vocalista estava “mentalmente ausente” após a maratona de shows.

Esse período também marcou uma mudança sonora na banda, com o uso de guitarras sintetizadas e uma abordagem mais melódica, liderada por Adrian Smith.

Apesar dos desafios, o álbum se tornou um clássico e mostrou a capacidade da banda de se reinventar. No entanto, os bastidores revelam o preço alto que o sucesso pode cobrar.

Essa história é um lembrete de que por trás dos grandes espetáculos há sacrifícios e tensões que moldam a trajetória das bandas.


📀 10 grandes álbuns de bandas dos anos 1980 lançados nos 1990s segundo o Metal Injection

O portal Metal Injection publicou uma lista com 10 álbuns marcantes lançados nos anos 1990 por bandas que surgiram nos anos 1980. A seleção mostra como grupos veteranos conseguiram se reinventar e manter relevância em uma década dominada por grunge e alternativo.

Entre os destaques está Painkiller do Judas Priest (1990), que trouxe uma sonoridade mais agressiva e moderna, com a entrada do baterista Scott Travis. O disco é considerado um divisor de águas na carreira da banda.

Outro exemplo é Rust in Peace do Megadeth (1990), que consolidou o thrash metal técnico e trouxe composições complexas e afiadas. O álbum é frequentemente citado como um dos melhores do gênero.

O Metallica também aparece com Metallica (1991), conhecido como “Black Album”, que marcou uma virada comercial e sonora, aproximando a banda de um público mais amplo.

Esses álbuns mostram que os anos 1990 não foram apenas sobre novas bandas, mas também sobre veteranos que souberam evoluir sem perder a essência.


⚡ Thrash Metal: como surgiu a música do Anthrax que batizou o gênero

A música “Metal Thrashing Mad”, lançada pelo Anthrax em 1984 no álbum Fistful of Metal, é considerada por muitos como a origem do termo “thrash metal”. A expressão foi usada por jornalistas para descrever o som rápido e agressivo da faixa.

Scott Ian, guitarrista da banda, explicou que a intenção era criar algo mais intenso que o metal tradicional, com riffs velozes e vocais explosivos. A música se tornou um marco e ajudou a definir o estilo que seria seguido por bandas como Slayer, Megadeth e Exodus.

O termo “thrash” passou a ser usado para descrever esse subgênero do metal, caracterizado por velocidade, técnica e letras que abordam temas sociais, políticos e existenciais.

Apesar de o Anthrax ter evoluído para incorporar elementos de hardcore e rap em discos posteriores, sua contribuição para o nascimento do thrash é incontestável.

Essa história mostra como uma única faixa pode influenciar toda uma geração e dar nome a um movimento musical.


🎼 A melhor música de rock clássico do século 21 segundo Rolling Stone EUA

A Rolling Stone dos Estados Unidos publicou um ranking com as melhores músicas de rock clássico lançadas no século 21. Entre os nomes citados estão Bob Dylan, David Bowie, Bruce Springsteen e U2.

A música que lidera o ranking é “Moment of Surrender” do U2, lançada em 2009 no álbum No Line on the Horizon. A faixa foi elogiada por sua profundidade emocional e arranjos sofisticados.

David Bowie aparece com “Blackstar” (2016), uma obra experimental que se tornou ainda mais impactante por ter sido lançada dias antes de sua morte. A música mistura jazz, rock e eletrônica de forma ousada.

Bruce Springsteen é lembrado com “The Rising” (2002), escrita após os atentados de 11 de setembro, e considerada um hino de esperança e resiliência.

Essas músicas mostram que os ícones do rock clássico continuam produzindo obras relevantes e emocionantes, mesmo em tempos de mudanças na indústria musical.


🎤 Por que Bruce Dickinson não compôs para “Somewhere in Time”, segundo Steve Harris

Steve Harris, baixista e fundador do Iron Maiden, revelou que Bruce Dickinson não contribuiu com composições para o álbum Somewhere in Time (1986) porque estava esgotado após a exaustiva “World Slavery Tour”.

Segundo Harris, Dickinson estava mentalmente e fisicamente drenado, e preferiu se afastar do processo criativo. Isso levou a uma mudança no som da banda, com maior uso de sintetizadores e composições lideradas por Adrian Smith.

Dickinson chegou a sugerir ideias mais acústicas e introspectivas, mas elas foram rejeitadas por Harris, que queria manter a energia do Maiden. Essa divergência criativa gerou tensões internas.

Apesar disso, o álbum foi bem recebido e se tornou um clássico, com faixas como “Wasted Years” e “Heaven Can Wait”.

Essa fase mostra como o equilíbrio entre descanso e criação é essencial para manter a qualidade e a coesão de uma banda.


🎸 O conselho de Slash para pessoas mais velhas aprenderem um instrumento

Slash, guitarrista do Guns N’ Roses, deu um conselho inspirador para pessoas mais velhas que desejam aprender um instrumento musical: “Nunca é tarde demais para começar. A música é para todos, em qualquer idade.”

Em entrevista recente, ele destacou que muitos adultos têm medo de parecerem iniciantes, mas que esse receio deve ser superado. Para Slash, a música é uma jornada pessoal e não uma competição.

Ele sugeriu começar com instrumentos que ofereçam gratificação rápida, como o ukulele ou o teclado, e buscar professores que entendam as necessidades de alunos mais velhos.

Slash também comentou que tocar um instrumento pode trazer benefícios para a saúde mental, memória e autoestima, especialmente em fases mais maduras da vida.

Com esse conselho, o guitarrista reforça que o rock não tem idade — e que a paixão pela música pode ser redescoberta a qualquer momento.


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