Mundo Metal 2026: Disney versão metal, Pink Floyd, Sepultura, Iron Maiden, BTS e muito mais!
Versões pesadas de músicas da Disney
O universo da música pesada sempre surpreende, e um dos fenômenos curiosos é a adaptação de clássicos da Disney em versões metal e rock. Bandas e artistas renomados como Korn, Peyton Parrish, Jonathan Young, Caleb Hyles e Betraying The Martyrs já se aventuraram nesse território, criando releituras que unem a magia das animações com a intensidade das guitarras distorcidas e vocais poderosos. Entre os exemplos mais marcantes estão “Kidnap The Sandy Claws”, do Korn, que transforma a atmosfera sombria de O Estranho Mundo de Jack em uma explosão de nu-metal, e “I’ll Make a Man Out Of You”, de Peyton Parrish, que leva a canção de Mulan para um patamar épico e musculoso. Jonathan Young e Caleb Hyles também se destacam com interpretações de “Bells of Notre Dame” e “The Mob Song”, trazendo peso e teatralidade. Outros destaques incluem “Friend Like Me”, recriada pela banda Tallah com uma pegada moderna e agressiva, e “Surface Pressure”, que ganha força extra com Jonathan Young e Matt Heafy, guitarrista do Trivium. A diversidade de artistas envolvidos mostra como o metal pode dialogar com qualquer repertório, inclusive o mais improvável. “Let It Go”, de Frozen, virou um hino alternativo nas mãos do Betraying The Martyrs, enquanto “I2I”, da animação A Goofy Movie, foi reinventada pelo Magnolia Park. Já “How Far I’ll Go”, de Moana, ganhou uma versão inspiradora com No Resolve, e “We Don’t Talk About Bruno”, de Encanto, foi transformada em um espetáculo coral por Skar, Alina Lesnik e Demiquaver. Essas versões não apenas divertem os fãs, mas também mostram a versatilidade do metal em absorver diferentes culturas e narrativas. É a prova de que o gênero pode ser tão expansivo quanto a imaginação da Disney.
Por que David Gilmour é ótimo patrão e Roger Waters é péssimo, segundo ex-músico
Um ex-músico que trabalhou com membros do Pink Floyd revelou recentemente sua experiência com David Gilmour e Roger Waters, destacando diferenças marcantes entre os dois. Segundo ele, Gilmour sempre foi um líder generoso, preocupado com o bem-estar da equipe e disposto a ouvir opiniões, enquanto Waters teria uma postura autoritária e difícil de lidar. O relato reforça a imagem pública de Gilmour como alguém mais conciliador, em contraste com Waters, que ao longo da carreira acumulou polêmicas e conflitos internos. Essa diferença de postura teria impactado diretamente a dinâmica de trabalho, tornando a convivência com Waters desgastante. O músico destacou que Gilmour oferecia condições de trabalho justas, valorizava os colaboradores e mantinha um ambiente saudável. Waters, por outro lado, era descrito como controlador e pouco aberto ao diálogo, o que teria afastado pessoas talentosas. Essas declarações reacendem debates sobre as tensões históricas dentro do Pink Floyd, especialmente durante a produção de álbuns como The Wall, onde as disputas criativas se tornaram públicas. Para os fãs, o contraste entre os dois líderes ajuda a entender por que o Pink Floyd teve tantas rupturas e por que as reuniões da banda sempre foram tão complicadas.
Derrick Green explica por que seu primeiro disco com o Sepultura se chama Against
Derrick Green, vocalista do Sepultura desde 1998, explicou recentemente a escolha do título Against para seu primeiro disco com a banda. Segundo ele, o nome refletia o momento de resistência e afirmação após a saída de Max Cavalera, quando o grupo enfrentava críticas e desconfiança. O álbum foi lançado em 1998 e marcou uma nova fase para o Sepultura, com sonoridade mais experimental e letras que abordavam temas de luta e superação. Para Green, o título simbolizava a postura da banda contra as adversidades e contra a ideia de que não poderiam continuar sem Max. Apesar das críticas iniciais, Against consolidou Derrick como frontman e abriu caminho para trabalhos posteriores, como Nation e Roorback. O disco também mostrou a disposição da banda em explorar novas influências, incluindo elementos tribais e eletrônicos. Green destacou que o processo de gravação foi intenso, mas também libertador, pois permitiu que o Sepultura se reinventasse. O título, portanto, não era apenas uma palavra, mas uma declaração de princípios. Hoje, Against é visto como um marco de transição, que ajudou a manter o Sepultura relevante e ativo no cenário global do metal.
A música do Iron Maiden sobre a extinção do Banco de Crédito e Comércio Internacional
Pouca gente sabe, mas o Iron Maiden tem uma música que aborda a extinção do Banco de Crédito e Comércio Internacional (BCCI), um dos maiores escândalos financeiros dos anos 90. A canção, presente em um dos álbuns da banda, mistura crítica social com metáforas sombrias. O BCCI foi fechado em 1991 após acusações de fraude, lavagem de dinheiro e corrupção em escala global. O caso envolveu bilhões de dólares e abalou a confiança no sistema bancário internacional. O Iron Maiden, conhecido por suas letras que exploram temas históricos e sociais, usou o episódio como inspiração para refletir sobre ganância e decadência. A música se tornou um registro artístico de um momento turbulento da economia mundial. Para os fãs, essa abordagem reforça a capacidade da banda de transformar fatos complexos em narrativas musicais acessíveis e impactantes. A canção é lembrada como exemplo de como o metal pode dialogar com questões além da fantasia e da mitologia, trazendo à tona críticas contundentes ao mundo real.
Sabe qual musica estou falando? A música é “Be Quick or Be Dead”, do álbum Fear of the Dark (1992).
O guitarrista que usava "pedal demais" para os Rolling Stones
Um ex-integrante dos Rolling Stones revelou que um guitarrista convidado para ensaios da banda foi criticado por usar “pedal demais”. Segundo ele, Keith Richards teria se irritado e dito: “Só toque a porra da guitarra!”, em referência ao excesso de efeitos. O episódio mostra a filosofia dos Stones, que sempre privilegiaram a simplicidade e a crueza do som. Para Richards, a guitarra deveria soar direta, sem artifícios que mascarassem a essência do rock. A crítica reflete a estética da banda, que construiu sua identidade em riffs básicos, mas poderosos, e em uma sonoridade orgânica. O uso excessivo de pedais era visto como desnecessário e até prejudicial. Esse relato também revela a tensão entre gerações de guitarristas, já que muitos músicos modernos exploram pedais e efeitos como parte fundamental de sua expressão. Para os fãs, a história é uma lembrança divertida de como os Stones mantêm sua autenticidade e rejeitam modismos.
E ai? Algum palpite? O guitarrista era Jeff Beck.
My Chemical Romance – A farsa mais vergonhosa da música emo, segundo Regis Tadeu
O crítico Regis Tadeu declarou em vídeo que considera o My Chemical Romance “a farsa mais vergonhosa da música emo”. Para ele, a banda teria explorado a estética sombria e melancólica apenas como produto comercial, sem consistência musical real. Essa opinião gerou polêmica, já que o MCR é visto por milhões de fãs como um dos pilares do movimento emo dos anos 2000, com álbuns como The Black Parade e Three Cheers for Sweet Revenge. Regis argumenta que o sucesso da banda se deve mais ao marketing e à imagem teatral do que à qualidade das composições. Ele compara o fenômeno a outros grupos que, segundo ele, também teriam se apoiado em estética mais do que em música. A crítica reacende debates sobre autenticidade no rock alternativo e sobre como o emo foi recebido pela crítica tradicional. Para os fãs, no entanto, o MCR segue sendo referência cultural e emocional, mostrando que a música vai além da análise técnica e toca em experiências pessoais.
O músico do Faith No More que ficou multimilionário investindo na Apple
Um integrante do Faith No More revelou que ficou multimilionário após investir na Apple no início dos anos 1990, antes do auge da empresa. Segundo ele, a decisão foi quase intuitiva, mas acabou se tornando “como ganhar na loteria”. Na época, a Apple enfrentava dificuldades e não era vista como aposta segura. O músico, no entanto, acreditou no potencial da marca e comprou ações que se valorizaram exponencialmente com o sucesso do iPhone e outros produtos. Esse investimento garantiu estabilidade financeira e independência, permitindo que ele seguisse na música sem preocupações econômicas. A história mostra como decisões aparentemente arriscadas podem mudar vidas, especialmente quando se trata de tecnologia e inovação. Para os fãs, é curioso ver como um músico de rock conseguiu transformar sua carreira em uma história de sucesso financeiro fora dos palcos.
O músico do Faith No More que ficou multimilionário investindo na Apple foi o tecladista Roddy Bottum.
A curiosa mensagem em código Morse que o Dream Theater escondeu em “In the Name of God”
O Dream Theater, conhecido por suas composições complexas e cheias de detalhes, incluiu uma mensagem em código Morse na faixa “In the Name of God”, do álbum Train of Thought (2003). A mensagem foi descoberta por fãs atentos e decifrada anos depois, revelando uma crítica velada a líderes religiosos e políticos que usam a fé como manipulação. Esse tipo de detalhe reforça a reputação da banda como criadora de músicas que funcionam como enigmas, desafiando os ouvintes a irem além da superfície. A inclusão de código Morse mostra a preocupação do grupo em criar camadas de significado, tornando cada audição uma experiência diferente. Para os fãs, é mais uma prova de que o Dream Theater não se limita a riffs e solos virtuosos, mas também constrói narrativas intelectuais e provocativas.
Twenty One Pilots – More Than We Ever Imagined irá estrear nos cinemas
O duo Twenty One Pilots anunciou que seu novo projeto, More Than We Ever Imagined, terá estreia nos cinemas em 2026. O filme-documentário promete mostrar bastidores da banda, performances inéditas e reflexões sobre sua trajetória. A produção busca expandir a experiência musical para o audiovisual, conectando fãs em uma narrativa mais profunda. Tyler Joseph e Josh Dun destacaram que o projeto é uma forma de agradecer ao público e compartilhar momentos que normalmente ficariam restritos aos bastidores. A estreia nos cinemas reforça a tendência de bandas transformarem suas histórias em experiências multimídia, como já fizeram Metallica e Billie Eilish. Para os fãs, é uma oportunidade única de ver o Twenty One Pilots em um formato grandioso, celebrando sua identidade artística.
Por que o Iron Maiden vai afetar os shows do BTS no Brasil?
Fãs descobriram que a agenda do Iron Maiden no Brasil em 2026 pode impactar diretamente os shows do BTS. Isso porque a banda britânica se apresenta em datas próximas nos mesmos locais que os sul-coreanos pretendem usar. A coincidência de agendas levou fãs a especular sobre logística e disponibilidade de estádios, já que ambos os grupos atraem multidões e exigem estruturas complexas. O BTS, com público jovem e massivo, e o Iron Maiden, com legião de fãs veteranos, representam universos distintos, mas igualmente exigentes em termos de produção. A situação mostra como o calendário de grandes shows no Brasil está cada vez mais disputado, com artistas de diferentes gêneros competindo por espaços. Para os fãs, a descoberta gerou ansiedade e expectativa, já que qualquer ajuste pode significar mudanças nas datas ou locais dos shows.





















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