Mundo Metal 2026: Eddie Vedder, Pearl Jam, Megadeth, Metallica e muito mais!

 

Especial Mundo Metal


Eddie Vedder anuncia primeiros shows solo de 2026; Pearl Jam segue sem agenda

Eddie Vedder confirmou quatro apresentações solo no Japão em abril de 2026, marcando uma fase intimista e experimental fora do Pearl Jam. As datas incluem Nagoya, Osaka, Kyoto e Tóquio, com foco em teatros e repertórios que misturam composições próprias, trilhas de Into the Wild e versões rearranjadas de clássicos da banda. A confirmação veio pelas redes do artista e repercutiu em veículos brasileiros. Desde 2009, os shows solo de Vedder têm se consolidado como experiências de proximidade—arranjos expansivos, narrativa pessoal e curadoria de covers que dialogam com suas raízes folk e o ethos do grunge. Em teatros, a dinâmica muda: menos grandiosidade, mais textura e espaço para nuances vocais e violão, reforçando sua identidade autoral. Enquanto Vedder se movimenta, o Pearl Jam permanece sem agenda oficial para 2026. Isso não significa inatividade definitiva, mas um período de reorganização e silêncio estratégico, que pode abrir espaço para decisões de médio prazo. A imprensa brasileira indica que o Pearl Jam pode estrear no Rock in Rio 2026, algo histórico para a banda, que nunca tocou no festival. Embora não haja confirmação oficial, a sinalização de bastidores sugere que o grupo pode ocupar posição de destaque no “Dia do Rock”. A combinação de shows solo de Vedder e rumores sobre o Pearl Jam cria um cenário de ansiedade positiva: intimismo no Japão e, possivelmente, catarse coletiva no Brasil. Para quem acompanha a banda desde os anos 90, a ideia de uma estreia no Rock in Rio soa como um capítulo que amarra passado e presente com elegância.


Rumores apontam participação do Pearl Jam em famoso festival brasileiro

O colunista Ancelmo Gois, de O Globo, cravou que o Pearl Jam estará no line-up do Rock in Rio 2026, estreando no festival carioca. A notícia foi repercutida por outros veículos, reforçando a possibilidade de a banda ser headliner do “Dia do Rock”. Até o momento, não há confirmação oficial da organização. O Pearl Jam tem longa relação com o Brasil, mas nunca participou do Rock in Rio. Caso a estreia se confirme, será um marco simbólico para fãs e para o festival, que historicamente equilibra nomes clássicos e contemporâneos. O Rock in Rio 2026 acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico, Rio de Janeiro. Entre os nomes já anunciados estão Elton John, Stray Kids, Maroon 5, Demi Lovato, Gilberto Gil, Jamiroquai, Mumford & Sons e João Gomes com a Orquestra Brasileira. Sites especializados destacam que, apesar das fontes jornalísticas, a confirmação depende do anúncio oficial. Ainda assim, a convergência de informações e o timing—com Vedder ativo em shows solo—alimentam a expectativa de uma estreia histórica. Uma estreia do Pearl Jam no Rock in Rio seria mais que um show: seria a reconexão de um ícone do grunge com um palco que simboliza a memória afetiva do rock no Brasil.


Axl Rose é um babaca nos bastidores? Del James responde

Del James—músico, jornalista e road manager de longa data do Guns N’ Roses—comentou, em podcast, a relação com Axl Rose e desfez a lenda de que o vocalista seria intratável nos bastidores. Segundo ele, Axl foi “tão bom” em termos pessoais e profissionais que, mesmo ganhando na loteria, seguiria em turnê com o cantor. James é colaborador do GN’R desde 1985 e autor do conto “Without You”, base narrativa para “November Rain”. Sua proximidade com Axl e papel operacional dentro da banda o colocam como testemunha privilegiada do cotidiano. Embora muitas vezes rotulado como “road manager”, Del atua como ponto de articulação entre a vontade de Axl e a execução prática—uma espécie de operador de confiança que faz a engrenagem girar. O relato de Del contrasta com narrativas de conflito que cercam Axl desde os anos 90. Ao enfatizar lealdade, gratidão e parceria, ele sugere que a convivência com o vocalista é mais complexa do que rótulos simplistas permitem. Ao resgatar o papel de Del na construção estética e logística do GN’R, a conversa ilumina como bastidores bem geridos sustentam carreiras longas.


Benediction confirma show em São Paulo para outubro

O Benediction, clássico do death metal britânico, confirmou show único no Brasil em 31 de outubro de 2026, na Burning House (São Paulo). Ingressos estão disponíveis via 101 Tickets, com opções de meia entrada mediante 1kg de alimento e valores diferenciados para camarote. A banda divulga Ravage of Empires (2025), seu décimo álbum de estúdio, elogiado pela agressividade e peso característicos. A formação atual inclui os guitarristas fundadores Peter Rewinsky e Darren Brookes, o vocalista Dave Ingram, o baixista Nik Sampson e o baterista Giovanni Durst. Será a quinta passagem do Benediction pelo país, após presença em festivais como o Summer Breeze Brasil. A relação com o público brasileiro é marcada por shows intensos e recepção calorosa. Formado em Birmingham em 1989, o Benediction integra o caldo cultural que revelou Napalm Death, Bolt Thrower e Carcass, consolidando o Reino Unido como polo do death metal nos anos 90. Em ambiente de clube, a banda tende a entregar shows densos e diretos, com setlist que equilibra faixas novas e marcos da discografia.


A música dos anos 2000 que o Black Sabbath tocou ao vivo, mas nunca lançou

Durante o Ozzfest de 2001, o Black Sabbath apresentou “Scary Dreams”, música composta nas tentativas de gravar um novo álbum da formação original com produção de Rick Rubin. A faixa nunca ganhou versão de estúdio oficial, apesar de ter sido tocada ao vivo cerca de 30 vezes. Geezer Butler revelou que o grupo idealizou cerca de oito músicas para o projeto, incluindo “Scary Dreams”, mas o resultado não agradou a todos—o material foi engavetado. Em entrevista recente, o baixista foi direto: “Não era grande coisa”. O episódio contrasta com a vasta lista de músicas que o Sabbath nunca tocou ao vivo. “Scary Dreams” virou curiosidade histórica por existir apenas na memória dos shows. Para fãs e pesquisadores, a faixa funciona como janela para um momento de transição—o desejo de criar com a formação clássica e a fricção criativa que impediu o registro definitivo. O fato de ter sobrevivido apenas nos palcos a torna um artefato raro, valorizado por quem coleciona histórias de bastidores e setlists incomuns.


Loudwire lista álbuns de rock e metal que completam 30 anos em 2026; “Roots” fica de fora

A Loudwire publicou uma lista celebrando os discos de 1996 que completam 30 anos em 2026, destacando álbuns que moldaram transições importantes no rock e metal. Entre os citados estão Down on the Upside (Soundgarden), Evil Empire (Rage Against the Machine), Load (Metallica), Ænima (Tool), além de registros de Korn, Pantera, Opeth e In Flames. O recorte mostra como aquele ano foi um divisor de águas para estilos distintos. A ausência de Roots, do Sepultura, chamou atenção no Brasil. O disco é considerado um marco por incorporar ritmos brasileiros ao peso do metal e por marcar uma transição interna na banda. A exclusão gerou debate sobre critérios editoriais e sobre como listas internacionais negociam relevância global e regional. 1996 foi um ano de inflexão: Pearl Jam se afastava do grunge em No Code, Soundgarden se aproximava de um hiato, e cenas extremas ganhavam corpo com Opeth e In Flames. A lista da Loudwire reflete esse mosaico, ainda que inevitavelmente deixe lacunas. Ao omitir Roots, a curadoria abre espaço para discutir como o cânone do metal é vivo e contestável. O impacto do disco no Brasil e fora dele é difícil de ignorar, o que explica a reação local. Listas são fotografias de um ponto de vista. A conversa em torno de Roots reafirma que o cânone do metal é plural e que 1996 segue sendo um ano-chave para entender as mudanças que desembocaram nos anos 2000.


Como é a estrutura empresarial e societária do Iron Maiden, segundo Regis Tadeu

Em entrevista, Regis Tadeu descreveu o Iron Maiden como uma empresa com estrutura jurídica definida, controlada por Steve Harris e pelo empresário Rod Smallwood. Eles seriam os “donos” da marca e do negócio, enquanto Dave Murray apareceria como sócio minoritário. Os demais integrantes atuariam como contratados com salários fixos. Essa fala confronta a visão romântica de “irmandade artística” e coloca o Maiden como corporação eficiente, com contratos e governança. Para fãs, pode soar pragmático; para quem acompanha a indústria, é coerente com a escala operacional da banda. Os contratos garantem continuidade e decisões de turnê respondem a diretrizes de gestão e marketing. Isso ajuda a entender por que o Maiden interliga turnês e capitaliza marcos de carreira com planejamento. Em paralelo, Steve Harris enfatizou que o maior orgulho do Maiden é ser “uma banda muito boa ao vivo”, desejando que esse seja o epitáfio do grupo. A afirmação conecta a estrutura empresarial à entrega artística. Saber que há “donos”, “sócios” e “funcionários” não diminui o mito; revela o motor que o sustenta. Para quem compra ingresso, o que importa é a consistência—e o Maiden, há décadas, entrega espetáculo com precisão quase industrial.


Metal Hammer coloca último disco do Megadeth entre os melhores da banda no século XXI

Dom Lawson, da Metal Hammer, avaliou o novo—e anunciado como último—álbum do Megadeth com 4 de 5 estrelas, chamando-o de “um dos melhores da banda no século XXI”. O disco, autointitulado, tem lançamento marcado para 23 de janeiro de 2026 e já conta com três singles: “Tipping Point”, “I Don’t Care” e “Let There Be Shred”. Em 2025, Dave Mustaine anunciou a última turnê e o encerramento das atividades após quase 45 anos. O álbum de despedida surge como síntese estética e emocional, mirando o topo sem nostalgia vazia. A estratégia de singles preparou terreno para a recepção crítica, com “Tipping Point” funcionando como cartão de visita do momento final. A imprensa especializada tratou o lançamento como capítulo derradeiro. Ser reconhecido pela Metal Hammer nesse patamar coloca o disco ao lado de marcos pós-2000 do Megadeth, reforçando que a banda escolheu se despedir em alta. Para fãs, é um convite à celebração consciente. A aposentadoria não apaga a influência do Megadeth no thrash; cristaliza-a. O álbum final tende a funcionar como documento de encerramento e ponte para releituras e tributos.


5 lançamentos dos Anos 80 que ajudaram a definir a era Grunge

Muito antes do boom dos anos 90, o grunge foi gestado em clubes pequenos, selos independentes e rádios universitárias no Noroeste dos EUA. Os lançamentos dos anos 80—de Green River a Screaming Trees—criaram a linguagem crua, sombria e visceral que rejeitava o glamour do hard e o excesso do glam. Orçamentos mínimos, gravações rápidas e espírito “faça você mesmo” moldaram a sonoridade: guitarras saturadas, dinâmica quebradiça e honestidade brutal. Essa limitação técnica virou assinatura. O grunge nasce do encontro entre indie rock, hardcore punk, heavy metal e noise—uma colagem que consolidou o subgênero no fim dos anos 80 e explodiu no mainstream nos 90. Os registros pioneiros não miravam charts; miravam identidade. Essa recusa ao polimento abriu caminho para Nirvana, Pearl Jam, Soundgarden e Alice in Chains. Revisitar esses cinco lançamentos é entender que o grunge não surgiu do nada em 1991; foi uma sedimentação lenta, comunitária e teimosa.


Metallica não virá à América do Sul na atual turnê, destaca jornal

O jornal britânico The Sun noticiou que o Metallica está “90% acertado” para uma residência na The Sphere, em Las Vegas, em 2027. Com isso, a banda deve encerrar a M72 World Tour em julho de 2026, sem passagem pela América do Sul. Veículos especializados brasileiros reforçaram que, diante desse planejamento, Brasil, Argentina e Chile ficarão de fora da atual turnê. A frustração é compreensível, especialmente após expectativas de retorno. A residência em Las Vegas sugere foco em produção imersiva e estabilidade logística, enquanto a turnê se encerra com rota concentrada na Europa e América do Norte. Há menções a planos de gravação de novo disco em 2026 e continuidade de compromissos fora da América do Sul. A ausência não indica desinteresse permanente—apenas um recorte de ciclo. A última passagem pelo Brasil foi em 2022; a lacuna agora amplia a saudade e, paradoxalmente, a demanda por um retorno à altura.


Megadeth — TalkShopLive — Programado para 17/01/2026 às 17:45

O canal do Megadeth no TalkShopLive centraliza transmissões e vendas especiais, com histórico de shows e produtos exclusivos. A página oficial permite cadastro para ser notificado sobre próximos eventos e lançamentos. Em 17 de janeiro de 2026, nos arredores de Nashville, a banda promove uma celebração imersiva: audição antecipada do álbum homônimo, apresentação acústica, master class destrinchando riffs e processos de composição, além de sessão de perguntas e respostas. Embora circule a referência a 17/01/2025, as informações oficiais apontam para 17/01/2026 como a data do evento de audição e interação com fãs, alinhado ao lançamento do álbum em 23/01/2026. O formato TalkShopLive combina conteúdo e comércio, permitindo que fãs adquiram edições exclusivas enquanto participam de experiências ao vivo. Para um álbum de despedida, essa proximidade funciona como rito de passagem coletivo. O evento antecipa a narrativa do disco e reforça a estratégia de singles e conteúdos prévios, mantendo o público aquecido até o lançamento oficial.


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