Notícias do Mundo Metal 2026: Metallica, Kreator, Judas Priest, Graveyard, Sting e muito mais!



Aqui está um compilado detalhado das principais notícias do mundo do metal e rock.


🎸 Metallica – As músicas mais difíceis de tocar ao vivo, segundo James Hetfield

James Hetfield, vocalista e guitarrista do Metallica, revelou recentemente que algumas músicas da banda continuam sendo um desafio mesmo após décadas de estrada. Em entrevista ao podcast oficial The Metallica Report, ele destacou duas faixas que exigem atenção redobrada: “Master of Puppets” (1986) e “Moth Into Flame” (2016). Ambas são conhecidas por sua velocidade, complexidade rítmica e intensidade, o que torna a execução ao vivo uma verdadeira prova de resistência.

“Master of Puppets” é considerada um hino do thrash metal, com mais de oito minutos de riffs intricados e mudanças de andamento. Hetfield explicou que manter a energia e precisão durante toda a música é um desafio físico e mental. Já “Moth Into Flame”, do álbum Hardwired… to Self-Destruct, traz uma abordagem moderna, mas igualmente exigente, com riffs velozes e vocais intensos que exigem fôlego e concentração.

O guitarrista também mencionou que cada integrante da banda tem sua própria lista de músicas difíceis, mas que o grupo se apoia mutuamente para superar os obstáculos. Lars Ulrich, por exemplo, já comentou sobre a dificuldade de manter a consistência em músicas longas e rápidas, enquanto Kirk Hammett lida com solos complexos que exigem precisão absoluta.

Essa revelação mostra que, mesmo para uma banda com mais de 40 anos de carreira, o desafio técnico continua presente. O Metallica, atualmente em sua M72 World Tour, segue entregando shows de alta intensidade, provando que a paixão pelo metal supera as barreiras físicas e técnicas.

Para os fãs, essa sinceridade de Hetfield reforça a conexão com a banda: perceber que até os ídolos enfrentam dificuldades torna a experiência dos shows ainda mais autêntica e emocionante.


⚡ Kreator – Novo álbum Krushers of the World recebe elogios

O veterano do thrash metal alemão Kreator lançou em janeiro de 2026 seu 16º álbum de estúdio, intitulado Krushers of the World. O disco foi recebido com entusiasmo pela crítica, incluindo uma resenha positiva no site Blabbermouth, que atribuiu nota 9/10 ao trabalho.

Segundo o jornalista Dom Lawson, o álbum é uma “explosão sublime de 45 minutos de thrash metal furioso”, mas também traz elementos modernos que mostram a evolução da banda. Faixas como “Seven Serpents” e “Satanic Anarchy” foram destacadas como exemplos da mistura entre brutalidade e melodia, mantendo a essência do Kreator enquanto exploram novas sonoridades.

Produzido por Jens Bogren, conhecido por trabalhar com bandas como Opeth e Amon Amarth, o álbum apresenta uma sonoridade polida sem perder a agressividade característica. A arte da capa, criada por Zbigniew Bielak, reforça a atmosfera épica e sombria do disco.

Mille Petrozza, líder da banda, afirmou que o título do álbum é uma declaração de força e resistência, refletindo a trajetória do grupo ao longo de quatro décadas. Para ele, Krushers of the World é uma celebração da comunidade metal e da capacidade da música de unir pessoas em torno de uma energia comum.

Com esse lançamento, o Kreator reafirma seu lugar como um dos pilares do thrash metal mundial, mostrando que ainda tem muito a oferecer aos fãs e que continua relevante em um cenário musical em constante transformação.


🎥 Judas Priest – Documentário The Ballad of Judas Priest

O lendário Judas Priest terá sua história contada em um documentário oficial intitulado The Ballad of Judas Priest. A estreia mundial está marcada para o Festival Internacional de Cinema de Berlim (Berlinale), que acontece entre 12 e 22 de fevereiro de 2026.

Dirigido por Sam Dunn, conhecido por Metal: A Headbanger’s Journey, e por Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine em sua estreia como diretor, o filme promete uma visão profunda da trajetória da banda. O título faz referência à música de Bob Dylan “The Ballad of Frankie Lee and Judas Priest”, que inspirou o nome do grupo.

O documentário revisita momentos marcantes da carreira, desde os primeiros anos em Birmingham até a consagração como uma das maiores bandas de heavy metal da história. Também aborda os desafios enfrentados, como mudanças de formação, polêmicas e a luta pela relevância em diferentes épocas.

A produção é da Banger Films, responsável por outros documentários icônicos do metal. A expectativa é que o filme traga entrevistas inéditas, imagens raras e depoimentos de músicos influenciados pelo Judas Priest, reforçando o impacto cultural da banda.

Para os fãs, The Ballad of Judas Priest será uma oportunidade única de mergulhar na história de um grupo que ajudou a moldar o heavy metal e que continua ativo e influente após mais de 50 anos de carreira.


🎶 The Rolling Stones – O hit sem Charlie Watts

Embora Charlie Watts tenha sido o baterista dos Rolling Stones por quase seis décadas, há registros de músicas em que ele não participou. Um exemplo é o clássico “It’s Only Rock ’N’ Roll (But I Like It)”, lançado em 1974.

Na gravação dessa faixa, o produtor Jimmy Miller assumiu a bateria, enquanto Mick Jagger contou com a participação de David Bowie nos vocais de apoio. A ausência de Watts se deveu a circunstâncias específicas da produção, mas não diminuiu sua importância como membro essencial da banda.

Além dessa música, há relatos de que Watts também não tocou em faixas como “You Can’t Always Get What You Want” e “Shine a Light”, onde outros músicos assumiram o papel. Essas exceções mostram como, em alguns momentos, a dinâmica de estúdio pode levar a escolhas diferentes.

Charlie Watts era conhecido por seu estilo discreto e preciso, que contrastava com a energia explosiva de seus colegas. Sua contribuição foi fundamental para a identidade sonora dos Stones, e sua ausência em algumas gravações é vista como curiosidade histórica.

Mesmo após sua morte em 2021, Watts continua sendo lembrado como um dos maiores bateristas da história do rock, e essas histórias reforçam a complexidade e riqueza da trajetória dos Rolling Stones.


🎤 Wet Leg – História e Top 5 músicas

A banda britânica Wet Leg, formada em 2019 na Ilha de Wight por Rhian Teasdale e Hester Chambers, rapidamente conquistou espaço no cenário indie rock. Com um estilo que mistura indie pop, post-punk e britpop, o grupo chamou atenção com seu single de estreia “Chaise Longue” em 2021.

O sucesso foi meteórico: em poucos dias, a faixa alcançou milhões de streams e colocou a banda no radar de artistas como Elton John e Dave Grohl. Em 2022, lançaram seu álbum autointitulado, que recebeu indicações ao Grammy e consolidou o Wet Leg como uma das revelações da música britânica.

Entre suas músicas mais populares estão:

  1. Chaise Longue

  2. Wet Dream

  3. Angelica

  4. Too Late Now

  5. Ur Mum

O estilo irreverente e divertido das letras, combinado com melodias cativantes, tornou o Wet Leg uma banda querida tanto pela crítica quanto pelo público. Sua estética mistura humor, ironia e frescor, características que os diferenciam no cenário atual.

Em 2025, lançaram o álbum Moisturizer, expandindo ainda mais sua sonoridade e provando que não são apenas um fenômeno passageiro. Hoje, o Wet Leg é visto como um dos nomes mais promissores do indie britânico.


🇫🇮 Por que a Finlândia ama tanto heavy metal?

A Finlândia é frequentemente chamada de “a terra do heavy metal”, e não é à toa. O país tem o maior número de bandas de metal per capita do mundo, com milhares de grupos espalhados por cidades pequenas e grandes. Esse fenômeno cultural desperta curiosidade internacional, e recentemente o baixista da banda Amorphis tentou explicar em entrevistas por que o metal é tão amado pelos finlandeses.

Segundo ele, o metal se conecta profundamente com a identidade nacional. A Finlândia é marcada por longos invernos, paisagens melancólicas e uma tradição folclórica rica em histórias sombrias. O heavy metal, com sua intensidade e atmosfera muitas vezes obscura, reflete esse espírito coletivo. Para os finlandeses, ouvir metal é quase como uma extensão natural da vida cotidiana.

Outro fator é o apoio institucional. Diferente de outros países, na Finlândia o metal é aceito como parte da cultura oficial. Bandas de metal já se apresentaram em eventos escolares, festivais patrocinados pelo governo e até em programas infantis. Isso cria uma geração que cresce vendo o metal como algo legítimo e respeitado.

Além disso, o metal finlandês se diversificou em estilos: do sinfônico do Nightwish, ao folk do Korpiklaani, passando pelo death melódico do Children of Bodom. Essa variedade garante que diferentes públicos encontrem algo que os represente, ampliando ainda mais a base de fãs.

O resultado é uma cena vibrante, que não apenas produz música de qualidade, mas também exporta cultura. Para os finlandeses, amar heavy metal é uma forma de afirmar sua identidade e mostrar ao mundo que o gênero pode ser tão profundo quanto qualquer outra expressão artística.


🎸 Graveyard anuncia quatro shows no Brasil em maio de 2026

A banda sueca Graveyard, referência do rock psicodélico e hard rock moderno, confirmou quatro apresentações no Brasil em maio de 2026. A turnê faz parte da divulgação de seu álbum mais recente, que mistura riffs clássicos com uma pegada contemporânea.

Os shows acontecerão em cidades estratégicas: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. A escolha reflete o crescimento da base de fãs brasileiros, que sempre receberam a banda com entusiasmo. A expectativa é de casas lotadas, já que o Graveyard tem histórico de apresentações intensas e envolventes.

O repertório deve incluir faixas icônicas como “Hisingen Blues” e “The Siren”, além de músicas novas que mostram a evolução da banda. O vocal marcante de Joakim Nilsson e a atmosfera vintage das guitarras prometem transportar o público para uma viagem sonora única.

A produção local garante estrutura de qualidade, com palcos preparados para recriar a experiência imersiva que o Graveyard costuma oferecer. Além disso, haverá merchandising exclusivo e encontros com fãs em algumas cidades.

Para os brasileiros, essa turnê é uma oportunidade rara de ver de perto uma das bandas mais respeitadas da cena rock atual, reforçando o país como destino importante para artistas internacionais.


💰 Sting paga 750 mil euros em direitos autorais aos ex-colegas do The Police

O cantor e compositor britânico Sting revelou que já desembolsou cerca de 750 mil euros em direitos autorais para seus ex-colegas da banda The Police. A informação foi publicada pelo jornal Público, de Portugal, e mostra como questões financeiras continuam presentes mesmo décadas após o fim do grupo.

Segundo Sting, o pagamento está relacionado a músicas que ele escreveu sozinho, mas que foram registradas como parte do catálogo da banda. Isso significa que Andy Summers e Stewart Copeland, seus antigos companheiros, continuam recebendo uma fatia dos lucros.

O artista explicou que, embora às vezes isso pareça injusto, ele prefere manter a paz e reconhecer a importância da contribuição dos colegas para o sucesso coletivo. Afinal, o The Police foi um dos maiores grupos dos anos 80, com hits como “Every Breath You Take” e “Roxanne”.

Esse episódio reacende o debate sobre direitos autorais e divisão de lucros na indústria musical. Muitas bandas enfrentam disputas semelhantes, já que nem sempre a autoria individual é reconhecida de forma clara.

Para os fãs, a notícia mostra que, mesmo após seguir carreira solo de sucesso, Sting continua ligado ao legado do The Police, tanto artisticamente quanto financeiramente.


🎶 Daniel Cavanagh traz clássicos do Anathema ao Brasil em fevereiro

O guitarrista e compositor Daniel Cavanagh, ex-integrante do Anathema, anunciou uma série de shows no Brasil em fevereiro de 2026. O músico promete revisitar clássicos da banda britânica, que marcou gerações com seu estilo atmosférico e emocional.

As apresentações devem incluir músicas como “Fragile Dreams”, “One Last Goodbye” e “Untouchable”, além de composições solo. Para os fãs brasileiros, será uma oportunidade única de reviver momentos que marcaram a história do rock alternativo e do metal progressivo.

Cavanagh destacou que o Brasil sempre teve uma conexão especial com o Anathema, sendo um dos países onde a banda mais se apresentou fora da Europa. Essa relação afetiva torna os shows ainda mais significativos.

A turnê terá formato intimista, com foco em voz e violão, criando uma atmosfera próxima e emocional. O músico afirmou que quer proporcionar uma experiência de catarse coletiva, onde cada canção seja sentida profundamente pelo público.

Com isso, Daniel Cavanagh reforça seu papel como guardião do legado do Anathema, mantendo viva a chama de uma das bandas mais influentes do cenário alternativo.


🗣️ Dave Mustaine garante não ser de direita

O líder do Megadeth, Dave Mustaine, voltou a falar sobre política em entrevista recente. Ele afirmou que não se considera de direita, apesar de já ter feito declarações polêmicas no passado.

Segundo Mustaine, sua postura é apartidária: ao longo dos anos, já votou tanto em democratas quanto em republicanos. Para ele, o mais importante é obedecer à lei e defender princípios de liberdade e justiça.

O músico explicou que muitas vezes suas opiniões foram mal interpretadas, especialmente em relação a temas como porte de armas e religião. Ele reforçou que não se alinha a nenhum partido específico.

Essa declaração vem em um momento em que artistas são cada vez mais cobrados por suas posições políticas. Mustaine prefere manter o foco na música, mas não evita falar sobre assuntos que considera relevantes.

Para os fãs, a fala mostra um lado mais equilibrado do líder do Megadeth, que busca se afastar de rótulos e reafirmar sua identidade como artista independente.


Comentários

Postagens mais visitadas