O hino político que Robert Plant acredita ser eterno
O hino político que Robert Plant acredita ser eterno
Robert Plant, voz lendária do Led Zeppelin, revelou em entrevistas recentes sua profunda admiração por uma canção política que, segundo ele, transcende gerações e continuará relevante “para sempre”. Embora Plant raramente associe diretamente sua obra a discursos políticos explícitos, ele reconhece a importância da música como ferramenta de consciência e resistência.
Para o cantor, esse hino representa mais do que uma posição ideológica específica; ele simboliza a capacidade da música de capturar o espírito de uma época e transformá-lo em mensagem universal. Plant destaca que grandes canções políticas sobrevivem porque falam de emoções humanas básicas, como injustiça, esperança e desejo de mudança.
O vocalista também observa que, em tempos de polarização extrema, músicas desse tipo ganham ainda mais força, funcionando como lembretes de lutas passadas e alertas para erros que não devem ser repetidos. A atemporalidade, segundo ele, está justamente na honestidade da composição.
Plant fez questão de diferenciar propaganda de arte engajada, afirmando que o verdadeiro poder está nas músicas que não dizem ao ouvinte o que pensar, mas o fazem sentir algo profundo e incômodo. Esse desconforto emocional é o que mantém a canção viva.
Ao longo de sua carreira solo, Plant flertou com temas sociais e espirituais de forma mais sutil, mas sempre reconheceu a importância de artistas que tiveram coragem de enfrentar sistemas estabelecidos por meio da música.
Sua declaração reforça a ideia de que o rock, mesmo envelhecendo como gênero comercial, continua sendo uma linguagem poderosa quando se conecta a verdades humanas fundamentais.
A canção é “The Times They Are A-Changin’” de Bob Dylan, que Robert Plant destacou como uma obra política eterna, capaz de atravessar gerações e permanecer relevante “para sempre”.










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