O Metal Está Mais Vivo do Que Nunca: De Misfits a Calva Louise, Veja as Histórias Que Estão Movimentando o Rock em 2026!
O Metal Está Mais Vivo do Que Nunca: De Misfits a Calva Louise, Veja as Histórias Que Estão Movimentando o Rock em 2026!
🎸 Calva Louise mistura metal, cyberpunk e Duolingo rumo ao estrelato
A banda Calva Louise vem se destacando como uma das mais originais da cena alternativa britânica. Liderada pela venezuelana Jess Allanic, o grupo mistura metalcore, EDM, latinidades e estética cyberpunk em uma sonoridade explosiva. Jess conta que, ainda na escola, fez uma apresentação sobre o Black Sabbath e decidiu que seu destino seria o Reino Unido.
Antes de chegar a Londres, Jess viveu em um convento na França, onde freiras reclamavam do barulho enquanto ela praticava guitarra elétrica. Para se adaptar, usou o Duolingo para aprender francês e inglês, mostrando que a tecnologia também pode ser aliada do metal. Essa trajetória inusitada virou parte da identidade da banda.
Formada oficialmente em 2016, a Calva Louise já lançou quatro álbuns e foi destaque na BBC Radio 1 como “Artists You Need to Know”. Seus shows são descritos como intensos e visuais, com teclados deslizantes e uma estética que remete a videogames e filmes futuristas.
Com influências que vão de Jack Black a glitch art, a banda representa uma nova geração do metal: multicultural, irreverente e profundamente criativa. De conventos franceses a palcos internacionais, Calva Louise prova que o metal pode vir de qualquer lugar.
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🎼 John Paul Jones aos 80: feminismo, ópera e legado do Led Zeppelin
O ex-baixista e tecladista do Led Zeppelin, John Paul Jones, está mergulhado em composições clássicas aos 80 anos. Em entrevista ao The Times, ele revelou que acaba de compor uma obra para voz e orquestra baseada em poemas feministas, que será apresentada no Wigmore Hall, em Londres.
A peça, escrita para a mezzo-soprano Dame Sarah Connolly, aborda temas como força, vulnerabilidade e identidade feminina. Jones afirma que essa é uma das criações mais pessoais de sua carreira, refletindo sua maturidade artística e seu interesse por temas contemporâneos.
Apesar de seu passado no rock, Jones sempre teve formação clássica e revela que também compôs uma ópera completa. Questionado sobre um possível retorno do Led Zeppelin nos moldes do ABBA, com avatares digitais, ele respondeu com humor: “Não somos tão bonitos quanto o ABBA, mas nunca diga nunca”.
Com essa nova fase, Jones mostra que sua criatividade continua pulsando. De riffs icônicos a composições sinfônicas, ele segue desafiando expectativas e provando que a música é uma jornada sem fim.
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💰 Misfits lidera lista de vinis mais caros com single vendido por US$ 7.550
O single Bullet da banda Misfits foi vendido por impressionantes US$ 7.550 em dezembro de 2025, tornando-se o vinil mais caro do mês segundo o Discogs. A prensagem original de 1978 é considerada uma das mais raras do punk americano.
A faixa é conhecida por sua letra provocativa e arte de capa controversa, retratando o assassinato de John F. Kennedy. Essa estética agressiva e a tiragem limitada tornaram o disco um item de culto entre colecionadores.
Outros discos que figuraram na lista incluem No Life 'Til Leather do Metallica, vendido por US$ 4.000, e uma edição de Ænima do Tool, que ultrapassou os US$ 2.000. O ranking reflete o valor histórico e emocional desses discos raros.
Especialistas apontam que o crescimento do mercado de vinis está ligado à nostalgia e à valorização da arte física. Discos como Bullet são mais do que música — são artefatos culturais que carregam histórias e identidade visual marcante.
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🌌 1973: os 15 álbuns que fizeram do prog rock um paraíso sonoro
O ano de 1973 é considerado por muitos como o auge do rock progressivo. Com álbuns que misturam jazz, música clássica, psicodelia e tecnologia analógica, esse período definiu o gênero e influenciou gerações futuras.
Entre os destaques estão The Dark Side of the Moon do Pink Floyd, Selling England by the Pound do Genesis e Larks’ Tongues in Aspic do King Crimson. Cada obra trouxe inovação sonora e profundidade lírica.
A cena italiana também brilhou com discos como Zarathustra do Museo Rosenbach e Felona e Sorona do Le Orme, consolidando a Itália como polo criativo do prog. Outros nomes como Rick Wakeman, Renaissance e Mike Oldfield também marcaram presença.
Esses 15 álbuns transformaram 1973 em um verdadeiro paraíso progressivo, com obras que continuam sendo referência para músicos e fãs ao redor do mundo.
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🎸 Jeff Beck sobre Hendrix: “Ele mudou tudo com a guitarra elétrica”
Jeff Beck declarou que Jimi Hendrix “fez com que todos vissem o que era possível com uma guitarra elétrica”, reconhecendo o impacto revolucionário do músico. A série de tributos e entrevistas revela como Hendrix redefiniu os limites da expressão musical.
Beck relembra que, quando Hendrix chegou à Inglaterra, ele “varreu todos nós para o lado e nos jogou no lixo”. Para Beck, isso foi um chamado para reinventar sua própria arte e buscar ousadia.
A relação entre os dois guitarristas é marcada por respeito mútuo. Beck participou de projetos como Stone Free: A Tribute to Jimi Hendrix, ao lado de Eric Clapton, Buddy Guy e Slash, reinterpretando clássicos com sua assinatura sonora.
Com suas declarações, Beck reafirma que Hendrix não foi apenas um guitarrista genial — foi um divisor de águas que transformou a música e a atitude no palco.
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📀 Os 21 maiores álbuns de 1976: o auge do rock clássico
1976 foi um ano decisivo para o rock, com álbuns que marcaram o auge do som de arena e os primeiros sinais do punk. A lista dos 21 discos essenciais mostra a diversidade e a força criativa da época.
Entre os destaques estão Hotel California dos Eagles, Frampton Comes Alive! de Peter Frampton e Presence do Led Zeppelin. Esses discos consolidaram o rock como fenômeno global.
O punk começou a emergir com o lançamento de Ramones, considerado o primeiro grande álbum do gênero. Já o prog e o hard rock brilharam com 2112 do Rush e Jailbreak do Thin Lizzy.
1976 foi um ponto de transição: de um lado, produções grandiosas; do outro, a simplicidade e atitude do punk. Os álbuns listados definiram o som e a estética de uma era.
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🎥 Tony Iommi ganha série documental com lendas do metal
A Gibson TV lançou o primeiro episódio da série Tony Iommi – The Godfather of Heavy Metal, mergulhando na trajetória do guitarrista do Black Sabbath. A produção mistura imagens de arquivo e entrevistas com nomes como Rob Halford, Brian May e Tom Morello.
O episódio destaca momentos marcantes da vida de Iommi, como o acidente que o levou a criar próteses para tocar guitarra. Essa adversidade virou inovação e definiu o som pesado do metal.
Zakk Wylde brinca: “Eu era católico quando coloquei o álbum. No meio do disco, já era um satanista completo”. A frase resume o impacto cultural da música de Iommi.
A série é uma homenagem definitiva ao guitarrista, com novos episódios previstos para explorar outras fases de sua carreira e consolidar seu legado como pai do heavy metal.
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🎶 “We Are LA!”: punk rock une forças em benefício dos músicos
Um supergrupo formado por membros do Social Distortion, Foo Fighters, The Linda Lindas e outros lançou o single We Are LA! em janeiro de 2026. A faixa arrecada fundos para o Sweet Relief Musicians Fund, em apoio a músicos afetados por incêndios em Los Angeles.
Entre os colaboradores estão Jonny Two Bags, Rami Jaffee, Eloise Wong, Jim Lindberg e Mike Watt. O projeto também contou com membros do Alkaline Trio, TSOL e The Go-Go’s, reforçando o caráter coletivo da iniciativa.
O single celebra a resiliência da cena punk e alternativa de Los Angeles, com tom enérgico e carregado de esperança. O lançamento foi acompanhado de videoclipe e edição limitada em vinil.
Mais do que uma música, We Are LA! é um manifesto cultural e solidário, mostrando que a união entre artistas pode gerar impacto real em momentos de crise.
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