Rock e Metal em 2026: Shows, Polêmicas e Lançamentos Que Estão Explodindo no Google Trends!


Confira agora os destaques que estão incendiando o mundo do rock e do heavy metal em 2026.

Prepare-se para mergulhar na cobertura mais completa do mundo do rock e do heavy metal: das polêmicas do Kiss às novidades do Metallica, passando por lançamentos exclusivos do Iron Maiden, documentários do Led Zeppelin, turnês históricas do Helloween e Rush, curiosidades do Arctic Monkeys e muito mais — tudo reunido em um só lugar para você ficar por dentro do que está incendiando a cena mundial em 2026.

Entre polêmicas explosivas, lançamentos inéditos e turnês históricas, estes são os destaques que estão sacudindo o mundo do rock e do heavy metal em 2026 — notícias que você não pode deixar passar.


🎭 A volatilidade do Kiss original, explicada por Doc McGhee

Doc McGhee, empresário de longa data do Kiss, voltou a comentar sobre os bastidores da reunião da formação original da banda em 1996. Segundo ele, o retorno de Ace Frehley e Peter Criss foi como tentar reviver um casamento que já havia terminado. A metáfora usada por McGhee — “é como um casamento” — ilustra bem o clima instável que cercava os integrantes. Apesar da empolgação inicial, os conflitos de personalidade e os traumas do passado rapidamente ressurgiram, minando qualquer chance de estabilidade. A reunião durou até 2002, mas foi marcada por tensões constantes e decisões difíceis nos bastidores.

McGhee explicou que a química entre os membros originais era explosiva. Gene Simmons e Paul Stanley tentaram manter o controle criativo, enquanto Frehley e Criss buscavam mais espaço e reconhecimento. O empresário revelou que, mesmo com os esforços para manter a paz, os egos e as mágoas acumuladas ao longo dos anos tornaram a convivência insustentável. A turnê de reunião foi um sucesso comercial, mas emocionalmente desgastante para todos os envolvidos. O público via os quatro juntos no palco, mas nos bastidores, o clima era de tensão.

A decisão de encerrar a reunião foi tomada após uma série de episódios conflituosos. McGhee contou que havia dias em que os integrantes sequer se falavam antes dos shows. A falta de comunicação e o ressentimento acumulado tornaram impossível manter a formação original por mais tempo. O empresário também destacou que, apesar dos problemas, a reunião foi importante para os fãs e para a história da banda. Ela permitiu que uma geração que nunca viu o Kiss original ao vivo tivesse essa experiência, mesmo que por tempo limitado.

Doc McGhee também refletiu sobre o impacto da reunião na imagem da banda. Segundo ele, o retorno dos membros clássicos trouxe uma aura de nostalgia que impulsionou as vendas e a popularidade do grupo. No entanto, ele admite que o custo emocional foi alto. A banda precisou se reinventar novamente após a saída de Frehley e Criss, o que levou à entrada de Tommy Thayer e Eric Singer. Essa nova formação trouxe estabilidade, mas também gerou debates entre os fãs sobre autenticidade e legado.

O empresário acredita que o Kiss é maior do que qualquer formação específica. Para ele, a marca e o espetáculo são os verdadeiros protagonistas. Mesmo com as mudanças de integrantes, o grupo conseguiu manter sua essência e continuar relevante. McGhee afirma que o Kiss é uma entidade viva, que se adapta às circunstâncias e continua a entregar experiências únicas aos fãs. A reunião de 1996 foi apenas um capítulo dessa longa trajetória, marcado por emoções intensas e lições valiosas.

Doc McGhee deixou claro que a reunião da formação original do Kiss foi uma tentativa corajosa, mas fadada ao fracasso pelas próprias características dos envolvidos. A metáfora do casamento resume bem a complexidade das relações humanas dentro de uma banda de rock. O empresário não se arrepende da decisão, mas reconhece que o passado não pode ser ignorado — e que, às vezes, é melhor seguir em frente com novos caminhos. O Kiss fez isso, e continua a ser uma das bandas mais icônicas da história do rock.

Em resumo, a reunião de 1996 foi um capítulo intenso e marcante, mas também uma lição sobre como nem sempre é possível reviver o passado. O Kiss seguiu em frente, adaptando-se às circunstâncias e mantendo-se como uma das maiores bandas da história do rock.


🔥 Festival SP From Hell terá shows de Artillery, Master e mais

O Festival SP From Hell, marcado para 2026, promete ser um dos eventos mais pesados do calendário brasileiro. Com nomes como Artillery e Master, veteranos do thrash e death metal internacional, o festival também abre espaço para bandas brasileiras que vêm se destacando no gênero. A proposta é reunir diferentes vertentes do metal extremo em uma noite de celebração e brutalidade sonora.A escolha de São Paulo como palco não é por acaso. A cidade tem uma cena underground vibrante e uma base fiel de fãs que apoiam eventos do gênero. O festival busca resgatar a atmosfera dos anos 80 e 90, quando o metal extremo crescia em popularidade e se tornava uma força cultural.

Além das atrações internacionais, o line-up inclui bandas nacionais que representam a nova geração do metal. Essa mistura de veteranos e novatos cria um ambiente único, onde tradição e inovação se encontram. Para os fãs, é uma oportunidade de ver ídolos históricos e descobrir novos talentos. Os organizadores destacam que o festival não é apenas sobre música, mas também sobre comunidade. O público do metal extremo é conhecido por sua lealdade e paixão, e eventos como o SP From Hell reforçam esses laços. A expectativa é de uma noite intensa, com mosh pits, headbanging e muita energia.

A presença de bandas como Artillery e Master mostra o respeito que o Brasil conquistou no cenário internacional. O país se tornou rota obrigatória para turnês de metal, e festivais como este consolidam ainda mais essa posição. Em resumo, o SP From Hell será uma celebração do metal extremo em todas as suas formas. Uma noite para os fãs se entregarem à música pesada e reafirmarem sua paixão por um gênero que nunca deixou de ser relevante.

O Festival SP From Hell 2026 já está confirmado para o dia 30 de abril, na casa de shows Burning House em São Paulo, e promete ser um dos maiores encontros de thrash e death metal do ano no Brasil. O evento terá como headliners as bandas internacionais Artillery (Dinamarca) e Master (EUA), além de três nomes nacionais de peso: Anthares, Vulture e Sadistic Messiah. A produção é da TC7 Produções, responsável por trazer ao país nomes históricos como Destruction, Obituary e Rotting Christ.

Line-up Completo

  • Artillery (Dinamarca): Fundada em 1982, pioneira do thrash europeu. O guitarrista Michael Stützer é o único remanescente da formação original, acompanhado por Peter Throslund (baixo), Frederik Kjelstrup Hansen (bateria), René Loua (guitarra) e Martin Steene (vocais).

  • Master (EUA): Lenda do death metal, ativa desde os anos 80, conhecida por sua sonoridade crua e agressiva.

  • Anthares (Brasil): Ícone do thrash nacional, com carreira sólida desde os anos 80.

  • Vulture (Brasil): Representante da nova geração do metal extremo brasileiro.

  • Sadistic Messiah (Brasil): Banda que mistura thrash e death, trazendo peso e velocidade para o festival.

Ingressos

  • As vendas estão sendo realizadas pelo Instagram oficial do festival: @spfromhell.

  • O evento promete ingressos acessíveis para fortalecer a cena underground, com lotes limitados e possibilidade de esgotar rapidamente.

O SP From Hell 2026 será muito mais que um festival: será uma celebração da comunidade metal, reunindo ídolos históricos e novas promessas em uma noite de brutalidade sonora. Para os fãs, é a chance de viver uma experiência única, reforçando a paixão por um gênero que nunca deixou de ser relevante.


🎤 Entrevista: Jennifer Haben fala sobre novo álbum do Beyond the Black

Jennifer Haben, vocalista do Beyond the Black, concedeu entrevista para falar sobre o novo álbum da banda, Break the Silence. O disco é conceitual e aborda a realidade da comunicação interpessoal no mundo moderno. Para Jennifer, a música é uma forma de explorar como as pessoas se conectam — ou deixam de se conectar — em tempos de redes sociais e isolamento.

Ela explicou que o álbum mistura elementos do metal sinfônico com influências modernas, criando uma sonoridade épica e ao mesmo tempo acessível. As letras refletem experiências pessoais e observações sobre a sociedade atual. Para Jennifer, o objetivo é provocar reflexão e emoção nos ouvintes.

O Beyond the Black tem se consolidado como uma das principais bandas do metal sinfônico europeu, e Jennifer é reconhecida por sua voz poderosa e presença de palco marcante. O novo álbum reforça essa posição, mostrando maturidade artística e inovação.

Na entrevista, Jennifer também falou sobre a relação da banda com o Brasil. Ela destacou o entusiasmo dos fãs brasileiros e revelou que o país está nos planos da próxima turnê. Para ela, tocar no Brasil é sempre uma experiência única, pela energia e paixão do público.

Jennifer comentou ainda sobre seu passado no pop, antes de se dedicar ao metal. Ela acredita que essa experiência ajudou a moldar sua visão artística, mas que encontrou no metal a liberdade criativa que buscava. O Break the Silence é, segundo ela, a prova de que o metal pode ser profundo e relevante.

Em resumo, a entrevista mostra uma artista em plena evolução, consciente de seu papel e apaixonada pela música que faz. O Beyond the Black segue crescendo, e o novo álbum promete ser um marco na carreira da banda.


🎸 Visual matador: Dunlop lança wah-wah temático do Iron Maiden

A Dunlop anunciou o lançamento de um wah-wah temático inspirado no álbum Killers do Iron Maiden. O pedal, parte da linha Cry Baby, traz acabamento exclusivo com artes gráficas que remetem ao clássico de 1981. Além do visual, o circuito mantém a sonoridade tradicional que consagrou o Cry Baby como um dos pedais mais usados da história do rock. Para os fãs da banda e guitarristas em geral, o produto é uma peça de colecionador e também uma ferramenta prática para performances ao vivo.

O lançamento reforça a relação entre o Iron Maiden e a cultura dos guitarristas. A banda sempre foi reconhecida por riffs marcantes e solos épicos, e o wah-wah é parte fundamental desse estilo. O pedal promete entregar timbres versáteis, capazes de reproduzir tanto sons clássicos quanto modernos. A Dunlop destacou que o modelo foi desenvolvido para unir estética e funcionalidade, agradando tanto músicos quanto colecionadores.

O acabamento exclusivo traz a figura de Eddie, mascote icônico do Iron Maiden, em uma versão inspirada na capa de Killers. Esse detalhe transforma o pedal em um item de destaque visual, que pode ser exibido em coleções ou usado em palco para reforçar a identidade da banda. Para os fãs, é uma forma de ter um pedaço da história do Maiden em suas mãos.

Além do apelo estético, o wah-wah mantém a qualidade sonora que tornou o Cry Baby referência mundial. O circuito clássico garante resposta rápida e dinâmica, permitindo que guitarristas explorem diferentes nuances em seus solos. A Dunlop afirma que o pedal é ideal para quem busca autenticidade e versatilidade.

O lançamento também dialoga com a tendência de produtos musicais colecionáveis. Nos últimos anos, diversas marcas têm investido em edições especiais que unem música e cultura pop. O wah-wah do Iron Maiden é mais um exemplo de como o mercado busca atender fãs apaixonados que querem mais do que apenas funcionalidade.

Em resumo, o wah-wah temático do Iron Maiden é uma celebração da história da banda e da cultura do rock. Um produto que une som, estética e nostalgia, e que certamente será disputado por guitarristas e colecionadores ao redor do mundo.


🎬 Documentário do Led Zeppelin chega à HBO Max

A HBO Max confirmou a estreia de um documentário exclusivo sobre o Led Zeppelin, uma das bandas mais influentes da história do rock. O filme promete trazer imagens inéditas, entrevistas e registros históricos que mostram a trajetória do grupo desde sua formação até o auge nos anos 70. Para os fãs, é uma oportunidade única de mergulhar nos bastidores de uma das maiores lendas da música.

O documentário foi produzido com a colaboração dos membros sobreviventes da banda, garantindo autenticidade e profundidade. Jimmy Page, Robert Plant e John Paul Jones participaram do projeto, fornecendo depoimentos e materiais pessoais. Essa participação direta aumenta a expectativa, já que os músicos raramente se envolvem em produções desse tipo.

A HBO Max destacou que o filme não é apenas uma celebração da música, mas também uma análise do impacto cultural do Led Zeppelin. A banda redefiniu o rock com sua mistura de blues, folk e psicodelia, criando um som único que influenciou gerações. O documentário busca mostrar como essa inovação mudou a história da música.

Entre os destaques estão registros de shows históricos, como a apresentação no Madison Square Garden em 1973, e imagens raras dos bastidores das gravações. O público poderá ver de perto o processo criativo da banda e entender como surgiram clássicos como “Stairway to Heaven” e “Whole Lotta Love”.

O lançamento também reforça a estratégia da HBO Max de investir em conteúdos musicais de alto impacto. Nos últimos anos, a plataforma trouxe documentários sobre artistas icônicos, e o Led Zeppelin é mais um nome que atrai milhões de fãs ao redor do mundo.

Em resumo, o documentário é uma celebração da música e da cultura. Uma obra que promete emocionar fãs antigos e conquistar novos admiradores, mostrando por que o Led Zeppelin continua sendo uma das maiores bandas da história.


🎶 Mick Box estará fora de parte dos shows do Uriah Heep em 2026

O guitarrista Mick Box, fundador do Uriah Heep, anunciou que ficará fora de parte dos shows da banda em 2026 devido a problemas de saúde. Aos 78 anos, Box precisou se afastar “de última hora” para se recuperar. A notícia pegou os fãs de surpresa, já que o músico é considerado a alma da banda e está presente desde sua formação nos anos 70.

A banda confirmou que Box está em tratamento e que sua recuperação está em andamento. Para não cancelar os shows, o Uriah Heep anunciou um substituto aprovado pelo próprio guitarrista. O nome escolhido é de um músico experiente, capaz de manter a qualidade das apresentações e honrar o legado da banda.

Os integrantes destacaram que a decisão foi difícil, mas necessária para preservar a saúde de Mick Box. Eles reforçaram que o guitarrista continua sendo parte fundamental da banda e que sua ausência é temporária. A expectativa é que ele retorne aos palcos assim que estiver recuperado.

Os fãs reagiram com mensagens de apoio e carinho nas redes sociais. Muitos destacaram a importância de Box para a história do Uriah Heep e desejaram pronta recuperação. A banda, por sua vez, agradeceu o apoio e garantiu que os shows continuarão com a mesma energia e paixão.

A ausência de Box também reacende debates sobre a longevidade das bandas clássicas. Muitos músicos veteranos enfrentam desafios de saúde, mas continuam ativos graças ao apoio dos fãs e à paixão pela música. O Uriah Heep é um exemplo de resiliência, mantendo-se relevante após décadas de carreira.

Em resumo, a saída temporária de Mick Box é um momento delicado, mas também uma prova da força da banda. O Uriah Heep segue firme, honrando seu legado e mostrando que a música é maior do que qualquer obstáculo.


🎵 Como está hoje o cara que estampa a capa do álbum de estreia do Arctic Monkeys

A icônica capa do álbum Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not (2006) mostra um homem fumando após uma noite de bebedeira em Liverpool. Esse personagem, que se tornou parte da identidade visual da banda, voltou a ser assunto em 2026. Hoje, ele leva uma vida discreta, longe dos holofotes, mas ainda é lembrado como “o rosto” que marcou a estreia dos Arctic Monkeys. A foto foi feita em um bar, bancada pelos próprios músicos, e acabou se tornando uma das imagens mais reconhecidas da cena indie britânica.

O homem da capa nunca foi integrante da banda, mas sua imagem se tornou inseparável da história do grupo. Ele revelou em entrevistas que não esperava a repercussão e que, por muito tempo, foi abordado por fãs curiosos. Apesar disso, manteve sua vida pessoal distante da fama, trabalhando em áreas comuns e evitando se tornar uma figura pública.

A capa é considerada uma das mais emblemáticas do rock moderno, pois traduz a atmosfera urbana e juvenil que os Arctic Monkeys representavam em sua estreia. O cigarro, o olhar cansado e o cenário simples capturam a essência de uma geração que vivia intensamente as noites britânicas.

Hoje, o personagem da capa é visto como um símbolo da autenticidade da banda. Ele representa o espírito cru e realista que marcou o início da carreira dos Arctic Monkeys. Mesmo sem ligação direta com a música, sua imagem se tornou parte da narrativa do grupo.

Os fãs continuam curiosos sobre sua vida atual, e matérias recentes revelaram que ele prefere manter o anonimato. Para ele, a capa foi apenas um momento da juventude, mas para o mundo, virou um ícone cultural.

Em resumo, o homem da capa do Arctic Monkeys vive longe da fama, mas sua imagem permanece imortalizada como parte da história do rock. Um rosto que, sem querer, se tornou símbolo de uma geração.


🎸 As duas músicas do Metallica que Hetfield admite dar trabalho ao vivo

James Hetfield, vocalista e guitarrista do Metallica, revelou em 2026 que duas músicas da banda continuam sendo um desafio nos palcos. Apesar de décadas de experiência, ele admite que certas composições exigem esforço extra para serem executadas ao vivo. Essa revelação mostra que, mesmo para músicos lendários, algumas canções carregam complexidade técnica e emocional.

Hetfield explicou que a dificuldade não está apenas na execução instrumental, mas também na energia necessária para manter a performance intensa. O Metallica sempre foi conhecido por shows explosivos, e manter esse padrão em músicas mais exigentes é um desafio constante.

As faixas citadas são clássicos que os fãs adoram, o que torna impossível deixá-las de fora dos setlists. Hetfield contou que, mesmo sabendo da dificuldade, a banda prefere enfrentar o desafio para entregar ao público a experiência completa. Essa revelação reforça a autenticidade do Metallica. A banda não busca atalhos, mas sim a entrega total em cada apresentação. Para Hetfield, o esforço vale a pena quando vê a reação dos fãs cantando e vibrando com cada nota.

Os fãs reagiram com respeito e admiração, entendendo que até os maiores ídolos enfrentam desafios. Muitos destacaram que essa sinceridade aumenta ainda mais a conexão com a banda. Em resumo, Hetfield mostrou que o Metallica continua comprometido com a excelência. Mesmo com dificuldades, a banda segue entregando shows memoráveis, provando que o rock é feito de paixão e dedicação.

James Hetfield revelou que as duas músicas do Metallica que continuam sendo mais difíceis de executar ao vivo são “Master of Puppets” (1986) e “Moth Into Flame” (2016).

Detalhes sobre cada faixa

  • Master of Puppets (1986)

    • Considerada uma das músicas mais icônicas da banda, é longa, complexa e exige grande resistência física e vocal.

    • Hetfield comentou que manter a energia e precisão durante toda a execução é um desafio constante, especialmente em turnês longas.

    • A faixa é obrigatória nos setlists, o que aumenta a pressão para que seja sempre impecável.

  • Moth Into Flame (2016)

    • Lançada no álbum Hardwired… to Self-Destruct, combina riffs rápidos e vocais intensos.

    • Hetfield destacou que a música exige muito fôlego e concentração, tornando-se uma das mais desgastantes ao vivo.

    • Apesar da dificuldade, é uma das favoritas dos fãs mais recentes e aparece com frequência nas apresentações.

Por que são desafiadoras?

  • Ambas exigem alta resistência física e vocal, além de precisão instrumental.

  • Hetfield admitiu que sente nervosismo antes de tocá-las, mas reforçou que o apoio da banda e a energia dos fãs ajudam a superar os desafios.

  • Essas músicas representam diferentes fases da carreira do Metallica, mostrando como a banda continua a se reinventar e a desafiar seus próprios limites.


🎤 Helloween coloca Porto Alegre na rota da turnê de 40 anos

O Helloween anunciou que Porto Alegre fará parte da turnê comemorativa de 40 anos da banda. O show antecede a apresentação em São Paulo e promete ser um dos momentos mais marcantes da celebração. Para os fãs gaúchos, é uma oportunidade única de ver de perto uma das maiores bandas de power metal da história.

A turnê celebra quatro décadas de carreira, reunindo clássicos e novidades em um espetáculo grandioso. A banda destacou que o Brasil sempre foi um dos países mais apaixonados pelo Helloween, e incluir Porto Alegre na rota é uma forma de retribuir esse carinho.

O show promete reunir diferentes gerações de fãs, desde os que acompanharam o início da banda até os mais jovens que descobriram o Helloween recentemente. Essa diversidade mostra a força e a relevância do grupo ao longo dos anos.

Além dos clássicos, a banda deve apresentar músicas mais recentes, mostrando que continua ativa e criativa. O espetáculo será uma mistura de nostalgia e inovação, celebrando o passado e olhando para o futuro. Os fãs já demonstram grande expectativa, com ingressos disputados e comentários nas redes sociais. Para muitos, será a realização de um sonho ver o Helloween em sua cidade.

Em resumo, a inclusão de Porto Alegre na turnê de 40 anos reforça a conexão da banda com o Brasil. Um momento histórico que promete emocionar e celebrar a trajetória de um dos maiores nomes do metal mundial.

O show do Helloween em Porto Alegre acontece no dia 16 de setembro de 2026, na KTO Arena, três dias antes da apresentação em São Paulo (19/09/2026). Os ingressos terão vendas abertas no início de fevereiro de 2026, exclusivamente pelo site Eventim, com valores variando conforme setor e lote.

Datas confirmadas no Brasil

  • Porto Alegre: 16/09/2026 – KTO Arena

  • São Paulo: 19/09/2026 – Suhai Music Hall (Shopping SP Market, Jurubatuba)


Ingressos

  • Venda: início de fevereiro de 2026 (Porto Alegre) e já disponível para São Paulo desde dezembro de 2025.

  • Plataforma oficial: Eventim

  • Preços: variam conforme setor e lote; ingressos incluem taxas de serviço e podem ter cobrança adicional de taxa de conveniência.

  • Classificação etária: 16 anos desacompanhados.

Se você está em Porto Alegre, marque na agenda: 16 de setembro de 2026 é a data em que o Helloween desembarca na cidade para um show histórico. Os ingressos estarão disponíveis em fevereiro pelo Eventim, com preços variando por setor e lote. Em São Paulo, a apresentação será no dia 19 de setembro de 2026, já com ingressos à venda.


🎧 Thom Yorke ouve artista brasileiro antes de todo show do Radiohead

Thom Yorke, vocalista do Radiohead, revelou em entrevista que tem o hábito de ouvir um artista brasileiro antes de subir ao palco. Essa curiosidade chamou atenção dos fãs, pois mostra como a música nacional influencia até mesmo ícones do rock alternativo mundial. Yorke explicou que essa prática é uma forma de se conectar com sonoridades diferentes e de se inspirar na energia única que a música brasileira transmite. Para ele, esse ritual é quase espiritual, ajudando a entrar no clima certo para as apresentações.

O artista brasileiro escolhido por Yorke não foi revelado de imediato, mas especulações apontam para nomes ligados ao MPB e ao experimentalismo. A relação entre o Radiohead e o Brasil já é antiga, com a banda reconhecendo a paixão dos fãs brasileiros e incluindo o país em diversas turnês. Esse gesto reforça ainda mais essa conexão, mostrando que a influência vai além dos palcos e chega ao cotidiano criativo dos músicos.

Yorke destacou que a música brasileira tem uma riqueza rítmica e melódica que o inspira profundamente. Ele afirmou que, ao ouvir essas canções antes dos shows, sente-se mais aberto e receptivo para improvisar e se entregar à performance. Essa prática também reflete a busca constante do Radiohead por inovação e por referências fora do circuito tradicional do rock britânico.

Os fãs brasileiros reagiram com entusiasmo à notícia, vendo nela uma prova do respeito e da admiração que Yorke tem pelo país. Muitos comentaram nas redes sociais que esse hábito reforça a autenticidade do Radiohead e sua capacidade de dialogar com diferentes culturas. Para os brasileiros, é motivo de orgulho saber que sua música faz parte da rotina de um dos maiores artistas do mundo.

A revelação também reacende debates sobre a influência da música brasileira no cenário internacional. Desde os anos 60, artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Jobim conquistaram espaço fora do país, e agora vemos essa tradição continuar com novas gerações. Yorke é apenas mais um exemplo de como o Brasil segue sendo fonte de inspiração global.

Em resumo, o hábito de Thom Yorke mostra que a música é uma linguagem universal. Ao ouvir um artista brasileiro antes de cada show, ele reforça a importância da diversidade cultural e da troca de influências. Um gesto simples, mas carregado de significado, que aproxima ainda mais o Radiohead de seus fãs brasileiros.

Thom Yorke revelou que ouve o cantor e compositor brasileiro José Mauro antes de cada show do Radiohead. A faixa escolhida por ele é “As Aventuras Sentimentais de Espiroqueta Camargo”, do álbum Obnoxious (1970), um disco obscuro que ganhou reconhecimento décadas depois


🎼 Rush fará músicas inéditas, afirma Geddy Lee

Geddy Lee, baixista e vocalista do Rush, surpreendeu os fãs ao anunciar que a banda está preparando músicas inéditas. Mesmo após décadas de carreira e uma pausa prolongada, o grupo canadense mostra que ainda tem fôlego criativo. A revelação foi feita durante entrevistas sobre a turnê “Fifty Something”, que celebra a trajetória da banda e já desperta enorme expectativa.

Lee explicou que as novas músicas estão em fase inicial de composição, mas garantiu que mantêm a essência do Rush. A banda sempre foi reconhecida por sua complexidade técnica e por letras profundas, e os fãs esperam que esse padrão seja mantido. Para Lee, criar novas músicas é uma forma de manter viva a chama da banda e de oferecer algo novo ao público.

A notícia é especialmente significativa porque muitos acreditavam que o Rush não lançaria mais material inédito após a morte do baterista Neil Peart em 2020. A ausência de Peart é sentida profundamente, mas Lee e Alex Lifeson afirmaram que querem honrar seu legado com novas composições. Essa decisão mostra coragem e respeito, ao mesmo tempo em que abre espaço para novas possibilidades.

Os fãs reagiram com entusiasmo, destacando que qualquer novidade do Rush é motivo de celebração. Muitos comentaram que as músicas inéditas serão uma forma de manter viva a memória de Peart e de mostrar que a banda continua relevante. A expectativa é que as novas composições tragam elementos clássicos, mas também experimentem novas sonoridades.

A turnê “Fifty Something” já é aguardada como um dos grandes eventos musicais de 2026. Com a promessa de músicas inéditas, o impacto será ainda maior. Para os fãs, será uma oportunidade única de ver a banda em ação e de testemunhar sua capacidade de se reinventar.

Em resumo, o anúncio de Geddy Lee mostra que o Rush continua vivo e criativo. Mesmo após tantos anos, a banda segue surpreendendo e emocionando, provando que sua música é atemporal e que ainda há muito a ser dito.


🥁 Luana Dametto tocará com o Tribulation em turnê na América Latina

Luana Dametto, baterista da banda brasileira Crypta, foi confirmada como integrante temporária do Tribulation em sua turnê pela América Latina. A notícia pegou os fãs de surpresa e foi recebida com entusiasmo, já que Dametto é reconhecida por sua técnica e energia nos palcos. Ela substituirá Oscar Leander, que precisou se afastar por motivos pessoais.

A escolha de Dametto reforça a conexão entre o metal brasileiro e o cenário internacional. Sua presença na turnê mostra que músicos brasileiros têm cada vez mais espaço e reconhecimento fora do país. Para os fãs, é motivo de orgulho ver uma representante nacional em uma banda europeia de destaque.

Dametto destacou que está animada com o desafio e que pretende dar o melhor de si para honrar o legado do Tribulation. Ela afirmou que a experiência será enriquecedora e que espera aprender muito com os músicos da banda. Ao mesmo tempo, vê a oportunidade como uma forma de levar o nome da Crypta ainda mais longe.

Os fãs reagiram com entusiasmo nas redes sociais, celebrando a conquista e desejando sucesso à baterista. Muitos destacaram que sua técnica e energia são perfeitas para o estilo do Tribulation, e que sua presença trará uma nova dinâmica às apresentações.

A turnê pela América Latina promete ser intensa, com shows em diversos países e uma agenda apertada. A presença de Dametto adiciona um elemento especial, tornando os eventos ainda mais aguardados. Para os fãs brasileiros, será uma oportunidade única de ver uma compatriota brilhando em palcos internacionais.

Em resumo, a participação de Luana Dametto no Tribulation é uma conquista significativa para o metal brasileiro. Um momento que mostra a força e o talento dos músicos nacionais, e que reforça a importância da diversidade e da colaboração no cenário internacional.


🏆 Rock & Roll Hall of Fame e os artistas dos anos 80

Os anos 80 foram uma era de ouro para o rock, com bandas e artistas que mudaram a história da música. No entanto, o Rock & Roll Hall of Fame ainda enfrenta críticas por não reconhecer muitos desses nomes. Embora grupos como Bon Jovi, U2, The Cure, The Police, Depeche Mode e Duran Duran já tenham sido incluídos, outros artistas igualmente influentes permanecem de fora. Essa ausência gera debates acalorados entre fãs e críticos, que questionam os critérios usados para definir quem merece entrar no Hall.

A década de 80 trouxe uma explosão de estilos, do hard rock ao new wave, passando pelo metal e pelo pop alternativo. Muitos desses artistas moldaram a cultura musical e continuam influenciando gerações. O Hall of Fame, no entanto, parece ter dificuldades em lidar com essa diversidade, privilegiando alguns estilos em detrimento de outros. Isso levanta a questão: como medir a relevância de um artista em um período tão rico e variado?

Críticos apontam que o Hall deveria ser mais inclusivo, reconhecendo não apenas o sucesso comercial, mas também o impacto cultural e a inovação artística. Bandas que marcaram época, mas não tiveram vendas astronômicas, ainda assim moldaram o som de uma geração. Ignorar esses nomes é, para muitos, uma falha na missão de preservar a história do rock.

Os fãs também têm papel ativo nesse debate. Petições e campanhas online são comuns, buscando pressionar o Hall a incluir artistas esquecidos. Essa mobilização mostra que o público valoriza a memória musical e quer ver seus ídolos reconhecidos oficialmente.

Apesar das críticas, o Hall of Fame continua sendo uma instituição importante, que celebra a trajetória de grandes nomes da música. Mas a polêmica sobre os anos 80 mostra que ainda há muito a ser feito para garantir justiça histórica.

Em resumo, o Rock & Roll Hall of Fame precisa rever seus critérios e ampliar sua visão. Os anos 80 foram uma década de inovação e diversidade, e muitos artistas ainda aguardam o reconhecimento que merecem.


🎶 Os cinco maiores “na na na’s” da história da música

A música popular está cheia de refrões marcantes, e poucos elementos são tão universais quanto o famoso “na na na”. Esse recurso simples, mas poderoso, atravessa gerações e estilos, criando momentos de conexão imediata com o público. Uma lista recente destacou os cinco maiores “na na na’s” da história, celebrando canções que se tornaram hinos graças a esse detalhe aparentemente banal.

Entre os destaques estão músicas que vão do rock ao pop, mostrando como o “na na na” é versátil. Ele pode ser usado para criar energia, emoção ou simplesmente para envolver o público em um coro coletivo. Essa simplicidade é parte de sua força: qualquer pessoa pode cantar junto, independentemente do idioma ou da habilidade vocal.

O recurso aparece em clássicos que marcaram épocas, tornando-se parte da identidade dessas músicas. Em shows, o “na na na” ganha ainda mais força, transformando plateias inteiras em coros espontâneos. Essa participação ativa do público é um dos segredos de sua popularidade. Críticos destacam que o “na na na” é mais do que um recurso fácil. Ele representa a essência da música como experiência coletiva, onde o importante não é apenas ouvir, mas também participar. Essa dimensão comunitária é o que torna essas músicas inesquecíveis.

Os cinco maiores exemplos escolhidos mostram a diversidade de estilos e épocas em que o recurso foi usado. Do rock clássico ao pop moderno, o “na na na” continua sendo uma ferramenta poderosa para criar hinos universais. Em resumo, o “na na na” é um símbolo da música como linguagem universal. Um detalhe simples que, repetido em refrões, transforma canções em experiências coletivas e memoráveis.

Os cinco maiores “na na na’s” da história da música são refrões icônicos que marcaram gerações: “Hey Jude” (The Beatles), “Na Na Hey Hey Kiss Him Goodbye” (Steam), “Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na)” (My Chemical Romance), “Na Na Na” (Pentatonix) e “Na Na Na” (Trey Songz). Esses exemplos mostram como uma expressão simples pode se transformar em hinos universais.

Os 5 maiores “na na na’s” da música

MúsicaArtistaAnoPor que é marcante
Hey JudeThe Beatles1968O final épico com minutos de “na na na” cantados em coro é um dos momentos mais reconhecíveis da história da música.
Na Na Hey Hey Kiss Him GoodbyeSteam1969Tornou-se um hino em estádios e eventos esportivos, usado mundialmente para provocar adversários.
Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na)My Chemical Romance2010Um dos refrões mais explosivos do rock moderno, símbolo da fase mais teatral da banda.
Na Na NaPentatonix2015Grupo vocal que transformou o “na na na” em uma peça de arranjo polifônico, mostrando a força da simplicidade.
Na Na NaTrey Songz2009No R&B contemporâneo, virou refrão chiclete e mostrou como o recurso atravessa estilos musicais.

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