Rock e Metal em Alta: Os Shows Mais Esperados de 2026 + Polêmicas e Lançamentos Que Estão Bombando!
Prepare-se para uma imersão completa no universo do rock e do metal: reuni as principais notícias e curiosidades recentes.
Entre riffs poderosos e histórias lendárias, mergulhe em uma jornada completa pelo universo do rock e do metal: reunimos as notícias mais quentes e curiosidades que estão movimentando a cena e despertando paixões entre os fãs.
🎸 Os 11 shows de rock mais aguardados no Brasil em 2026
O ano de 2026 promete ser histórico para os fãs de rock no Brasil. Segundo a Rolling Stone, onze apresentações internacionais já estão confirmadas, trazendo nomes que vão de lendas do hard rock até bandas contemporâneas que dominam festivais. A lista inclui gigantes como AC/DC, Guns N’ Roses, Foo Fighters, Metallica e Iron Maiden, todos com datas marcadas em grandes arenas e estádios. Além disso, há espaço para shows intimistas de artistas cultuados, que preferem a proximidade com o público em casas menores. Essa diversidade mostra como o Brasil se consolidou como rota obrigatória para turnês globais, especialmente após a retomada dos eventos pós-pandemia.
Os críticos destacam que a energia desses shows será potencializada pelo momento atual da cena musical brasileira, que vive uma fase de efervescência. Festivais como Rock in Rio e Lollapalooza abriram caminho para que o país fosse visto como palco estratégico, e agora as bandas aproveitam para expandir suas turnês por cidades além de São Paulo e Rio de Janeiro. Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife estão entre os destinos confirmados. Essa descentralização é celebrada pelos fãs, que antes precisavam viajar longas distâncias para assistir seus ídolos.
Outro ponto relevante é a expectativa econômica. Os shows devem movimentar bilhões em turismo, hospedagem e comércio, além de gerar milhares de empregos temporários. Hotéis já registram aumento nas reservas e companhias aéreas preparam pacotes especiais. Para os fãs, isso significa ingressos disputados e preços elevados, mas também experiências inesquecíveis. A Rolling Stone ressalta que a procura por ingressos está tão intensa que alguns shows esgotaram em poucas horas, reforçando o apelo dessas bandas no Brasil.
A lista dos 11 shows também reflete a diversidade do rock. Enquanto AC/DC e Guns N’ Roses representam o clássico hard rock, bandas como Arctic Monkeys trazem uma sonoridade mais alternativa e moderna. Essa mistura de estilos garante que diferentes gerações de fãs encontrem algo que os atraia. O público jovem, por exemplo, aguarda com ansiedade o retorno dos Arctic Monkeys, enquanto os veteranos vibram com a chance de ver Judas Priest novamente em solo brasileiro.
Além das apresentações em arenas, há destaque para shows intimistas de artistas como Zakk Wylde e Brian May, que devem realizar performances especiais em teatros e casas de espetáculo menores. Esses eventos oferecem uma experiência única, com maior proximidade entre artista e público, criando momentos memoráveis. Para muitos fãs, esses encontros são tão importantes quanto os megashows em estádios.
Em resumo, 2026 será um ano de celebração para o rock no Brasil. A combinação de grandes nomes, diversidade de estilos e impacto cultural e econômico coloca o país no centro das atenções da cena mundial. Para os fãs, é hora de preparar o bolso, a agenda e o coração, porque a maratona de shows promete ser intensa e inesquecível.
🎸 Zakk Wylde e Brian May exaltam Tony Iommi como “pai do heavy metal
Em um tributo emocionante, os guitarristas Zakk Wylde e Brian May se reuniram para celebrar a influência de Tony Iommi, fundador do Black Sabbath, na história da música pesada. O encontro foi registrado em um episódio especial da série Tony Iommi: The Godfather of Heavy Metal, onde os músicos compartilharam memórias e reflexões sobre o impacto do estilo de Iommi. Brian May, do Queen, afirmou que “todos nós estamos empregados por causa desse cara”, destacando a importância dos riffs criados por Iommi para a consolidação do heavy metal. Zakk Wylde, por sua vez, descreveu sua primeira audição de Black Sabbath como “assustadora e transformadora”.
A conversa entre os dois guitarristas revelou o respeito profundo que ambos têm por Iommi. Brian May contou que sempre se inspirou na forma como Iommi construía atmosferas densas com poucos acordes, criando uma sonoridade única. Ele também mencionou que o uso de afinações baixas e timbres escuros influenciou diretamente sua abordagem no Queen. Zakk Wylde, conhecido por seu trabalho com Ozzy Osbourne e pelo projeto Zakk Sabbath, destacou que Iommi foi o primeiro a transformar a guitarra em uma arma de expressão visceral. Para ele, o legado do Black Sabbath é eterno e insubstituível.
Durante o episódio, os músicos também comentaram sobre a resiliência de Iommi, que mesmo após perder parte dos dedos em um acidente industrial, reinventou sua técnica e criou um estilo próprio. Essa superação é vista como um símbolo de força e criatividade no mundo do metal. Brian May afirmou que a história de Iommi deveria ser ensinada nas escolas de música como exemplo de perseverança. Zakk Wylde acrescentou que, sem Iommi, o metal talvez nunca tivesse existido como gênero definido. A conversa foi marcada por emoção e reverência.
O episódio também trouxe trechos de apresentações históricas do Black Sabbath, incluindo registros raros da década de 1970. Os riffs de “Iron Man”, “Paranoid” e “War Pigs” foram analisados em detalhes, com comentários técnicos sobre estrutura e impacto. Brian May revelou que tentou reproduzir alguns desses riffs em sua juventude, mas nunca conseguiu capturar a mesma intensidade. Zakk Wylde brincou dizendo que “Iommi não toca guitarra, ele invoca demônios”. A admiração A admiração por Tony Iommi não se limita apenas aos riffs e à técnica. Zakk Wylde e Brian May também destacaram o impacto cultural que o guitarrista teve ao moldar a estética do heavy metal. Iommi foi pioneiro em criar uma sonoridade sombria e pesada que influenciou não apenas músicos, mas também cineastas, escritores e artistas visuais. Sua imagem com roupas pretas, cruzes e atitude introspectiva tornou-se um arquétipo do músico de metal. Brian May comentou que Iommi “não apenas criou um som, ele criou um universo”, e que esse universo continua a inspirar novas gerações.
Durante o especial, os dois guitarristas também tocaram juntos alguns trechos de clássicos do Black Sabbath, como “Children of the Grave” e “Sabbath Bloody Sabbath”. A química entre eles foi evidente, e os fãs vibraram com a união de dois ícones em homenagem a um terceiro. Zakk Wylde, com seu estilo agressivo e visceral, contrastava com a elegância e precisão de Brian May, criando uma fusão poderosa. Esse momento foi descrito por críticos como “histórico” e “emocionalmente carregado”, reforçando o status de Iommi como figura central na história do rock pesado.
Além das homenagens musicais, o episódio trouxe depoimentos de outros artistas como James Hetfield, Slash, e Tom Morello, todos reconhecendo a importância de Iommi em suas formações musicais. Hetfield afirmou que sem Iommi, o Metallica talvez nunca tivesse existido. Slash disse que aprendeu a tocar guitarra tentando imitar os riffs de “N.I.B.”. Tom Morello, por sua vez, destacou a ousadia de Iommi em desafiar convenções e criar algo totalmente novo. Esses testemunhos reforçam a ideia de que Iommi é mais do que um guitarrista — ele é um arquiteto do som pesado.
O tributo também abordou o lado humano de Tony Iommi. Foram exibidas imagens de bastidores, entrevistas antigas e momentos íntimos com fãs. Iommi apareceu emocionado ao assistir aos depoimentos, agradecendo pelo carinho e pela longevidade de sua obra. Ele comentou que nunca imaginou que seus riffs criados em Birmingham nos anos 60 se tornariam hinos globais. Essa humildade, aliada ao talento, é parte do que o torna tão admirado. Brian May concluiu dizendo que “Tony é o tipo de pessoa que faz você querer ser melhor — como músico e como ser humano”.
Encerrando o episódio, Zakk Wylde e Brian May deixaram uma mensagem aos jovens músicos: estudem Tony Iommi. Para eles, entender o estilo e a filosofia de Iommi é essencial para quem deseja criar música com alma e impacto. O tributo foi mais do que uma celebração — foi uma aula de história, técnica e emoção. E para os fãs de metal, foi uma lembrança poderosa de que tudo começou com um homem, uma guitarra e uma ideia revolucionária. Tony Iommi permanece como o alicerce sobre o qual o heavy metal foi construído, e sua influência continuará ecoando por gerações.
🎶 Kerry King revela seu álbum favorito do Black Sabbath
Kerry King, guitarrista do Slayer, surpreendeu os fãs ao revelar qual considera o melhor álbum do Black Sabbath. Em vez de escolher os clássicos mais citados como Paranoid ou Master of Reality, King destacou Sabotage (1975) como sua obra favorita da banda. Para ele, esse disco representa um momento de ousadia criativa, onde o Sabbath explorou novas sonoridades sem perder a essência pesada que os consagrou. A escolha chamou atenção porque Sabotage nem sempre aparece nas listas de favoritos dos fãs, mas King argumenta que a complexidade das composições e a intensidade emocional fazem dele um marco na discografia.
O guitarrista explicou que o álbum foi fundamental em sua formação musical. Ele relembrou que, ao ouvir faixas como “Symptom of the Universe” e “Hole in the Sky”, percebeu que a guitarra podia ser usada como uma ferramenta de agressividade e inovação. King afirmou que esses riffs moldaram sua visão sobre como o metal deveria soar: brutal, mas ao mesmo tempo criativo. Essa influência se refletiu diretamente no Slayer, banda que ajudou a definir o thrash metal nos anos 80. Para King, Sabotage é um exemplo de como o Black Sabbath nunca teve medo de arriscar.
A escolha também reacendeu debates entre fãs e críticos. Muitos concordaram com King, destacando que Sabotage é um álbum subestimado, com letras que refletem as tensões internas da banda na época. Outros, porém, defendem que discos como Vol. 4 ou Heaven and Hell têm maior impacto cultural. Essa diversidade de opiniões mostra a riqueza da obra do Sabbath, capaz de gerar discussões apaixonadas mesmo décadas após seu lançamento. O comentário de King trouxe o álbum de volta ao centro das atenções, incentivando novos ouvintes a explorarem sua sonoridade.
Além da música, King destacou a produção crua e visceral de Sabotage. Ele afirmou que o disco transmite uma sensação de urgência, como se a banda estivesse lutando contra o tempo e contra seus próprios demônios. Essa atmosfera, segundo ele, é o que torna o álbum tão especial. Para os fãs do Slayer, a revelação foi uma oportunidade de entender melhor as raízes do guitarrista e como o Black Sabbath influenciou diretamente o DNA do thrash metal. King reforçou que sem Iommi e companhia, o Slayer talvez nunca tivesse existido.
O impacto da declaração foi imediato. Plataformas de streaming registraram aumento significativo nas reproduções de Sabotage, mostrando que a opinião de King despertou curiosidade entre os fãs. Blogs e canais especializados também revisitaram o álbum, produzindo análises detalhadas sobre sua importância. Essa redescoberta reforça como o Black Sabbath continua relevante, mesmo após mais de cinquenta anos de carreira. O poder de suas músicas transcende gerações e inspira músicos até hoje.
Em resumo, a escolha de Kerry King mostra que o legado do Black Sabbath vai além dos clássicos mais óbvios. Sabotage é um álbum que merece reconhecimento por sua ousadia e intensidade. Ao destacá-lo, King não apenas compartilhou sua admiração, mas também convidou os fãs a revisitar uma obra que ajudou a moldar o metal. Essa revelação reforça a ideia de que o Sabbath é uma fonte inesgotável de inspiração, capaz de influenciar até os músicos mais extremos.
💔 Pesquisa aponta que fãs de heavy metal traem menos em relacionamentos
Uma pesquisa recente trouxe um dado curioso e positivo para a comunidade do heavy metal: fãs do gênero traem menos em relacionamentos. O estudo, realizado por uma universidade europeia, analisou hábitos e comportamentos de diferentes grupos musicais, comparando estilos como pop, rap, eletrônica e rock. Os resultados mostraram que os admiradores do metal tendem a ser mais fiéis, valorizando a lealdade e a honestidade em suas relações. Essa descoberta gerou debates e memes nas redes sociais, mas também reforçou a imagem do metal como um estilo que promove valores sólidos.
Segundo os pesquisadores, a explicação está ligada ao senso de comunidade presente no metal. Fãs do gênero costumam criar laços fortes com outros admiradores, participando de shows, festivais e grupos online. Essa conexão fortalece valores como respeito e confiança, que acabam se refletindo nos relacionamentos pessoais. Além disso, o metal é frequentemente associado a temas de autenticidade e resistência, o que pode influenciar a forma como seus fãs lidam com compromissos amorosos. A pesquisa destacou que a fidelidade é vista como uma extensão da paixão pela música.
Outro ponto interessante é que os fãs de metal tendem a ter relacionamentos mais duradouros. O estudo mostrou que casais que compartilham o gosto pelo gênero têm maior probabilidade de permanecer juntos por longos períodos. Isso se deve ao fato de que a música cria uma base comum, fortalecendo a identidade do casal. Shows e festivais também funcionam como experiências compartilhadas, que aumentam a sensação de união. Muitos casais relataram que conheceram seus parceiros em ambientes ligados ao metal, como bares, eventos e comunidades virtuais.
A pesquisa também comparou os índices de infidelidade entre diferentes estilos musicais. Enquanto fãs de pop e eletrônica apresentaram taxas mais altas, os de metal ficaram entre os mais baixos. Isso não significa que não haja casos de traição, mas sim que a tendência é menor. Os pesquisadores ressaltaram que o metal, por ser um gênero muitas vezes marginalizado, cria uma identidade coletiva mais forte. Essa identidade reforça valores de lealdade e autenticidade, que se refletem nos relacionamentos. O resultado foi celebrado pelos fãs como uma vitória cultural.
Nas redes sociais, a notícia gerou grande repercussão. Muitos fãs brincaram dizendo que “headbangers são fiéis até a morte”, enquanto outros compartilharam histórias pessoais que confirmam os dados da pesquisa. Bandas também comentaram o estudo, destacando que o metal sempre foi mais do que música — é um estilo de vida. A descoberta reforça a ideia de que o gênero, apesar de sua estética agressiva, promove valores positivos e construtivos. Essa dualidade entre peso sonoro e lealdade emocional é parte do fascínio do metal.
Em conclusão, a pesquisa mostra que o heavy metal não é apenas um gênero musical, mas também um catalisador de valores sólidos. A fidelidade dos fãs reflete a intensidade da paixão que eles têm pela música e pela comunidade. Para os admiradores, é mais uma prova de que o metal vai além dos estereótipos negativos e se afirma como um estilo que promove união, autenticidade e respeito. Essa descoberta fortalece ainda mais a imagem do metal como um movimento cultural único.
🎬 Megadeth: sessão do filme “Behind The Mask” gera transtorno em shopping de São Paulo
A estreia do filme Behind The Mask, documentário sobre o Megadeth, causou transtornos em um shopping de São Paulo. A sessão especial, organizada para fãs da banda, atraiu uma multidão muito maior do que o esperado. O resultado foi filas intermináveis, tumulto nos corredores e até pequenos confrontos entre grupos de fãs. A administração do shopping precisou acionar seguranças extras e a polícia para controlar a situação. Apesar dos problemas, o evento mostrou a força da banda no Brasil, onde o Megadeth possui uma base de fãs extremamente fiel e apaixonada.
O documentário, dirigido por Wes Orshoski, acompanha a trajetória da banda desde sua formação até os dias atuais. Com entrevistas exclusivas de Dave Mustaine e outros integrantes, o filme revela bastidores de gravações, turnês e conflitos internos. A sessão em São Paulo foi planejada como uma celebração, mas acabou se tornando um desafio logístico. Muitos fãs ficaram sem ingresso, gerando frustração e protestos. A administração do shopping afirmou que não esperava uma demanda tão alta e prometeu organizar novas sessões para atender ao público.
Durante o evento, alguns fãs relataram que houve empurra-empurra e discussões acaloradas. Felizmente, não foram registrados incidentes graves. A polícia controlou a situação rapidamente, e a sessão pôde acontecer com relativa tranquilidade. Dentro da sala, o clima foi de euforia. Os fãs vibraram com cada cena, especialmente os trechos que mostram a relação de Mustaine com James Hetfield e o Metallica. O documentário também aborda momentos difíceis, como problemas de saúde e mudanças na formação da banda. A recepção foi extremamente positiva.
A repercussão do evento foi imediata. Nas redes sociais, vídeos e fotos do tumulto viralizaram, mostrando a intensidade da paixão dos fãs brasileiros. Muitos comentaram que o Megadeth merece mais reconhecimento no país, com eventos maiores e melhor organizados. A produtora responsável pelo filme anunciou que pretende realizar sessões adicionais em outras cidades, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. A ideia é transformar o lançamento em uma celebração nacional do legado da banda.
Críticos que assistiram ao filme destacaram sua profundidade e honestidade. Behind The Mask não é apenas um documentário musical, mas também uma reflexão sobre perseverança e superação. Dave Mustaine aparece vulnerável em diversos momentos, compartilhando suas dores e conquistas. Essa abordagem humaniza a banda e aproxima ainda mais os fãs. Para muitos, o filme é uma obra essencial para entender o impacto cultural e musical do Megadeth. Ele não se limita a narrar a trajetória da banda, mas também contextualiza sua importância dentro do cenário do metal mundial. O documentário mostra como Dave Mustaine, após sua saída do Metallica, conseguiu transformar frustração em combustível criativo, fundando uma das bandas mais influentes do gênero. Essa narrativa inspira não apenas músicos, mas também fãs que veem no Megadeth um exemplo de perseverança e reinvenção. O filme reforça que o legado da banda vai além da música: é uma história de superação e resiliência.
Outro aspecto destacado é a relação do Megadeth com o Brasil. O documentário dedica uma parte especial às apresentações históricas da banda no país, incluindo registros de shows memoráveis em São Paulo e no Rock in Rio. Mustaine comenta sobre a energia única do público brasileiro, descrevendo-o como um dos mais intensos do mundo. Essa conexão explica o sucesso da sessão em São Paulo e o tumulto causado pela alta demanda. Para os fãs, assistir ao filme foi como reviver momentos icônicos e reafirmar o vínculo emocional com a banda.
O impacto do documentário também se estende ao mercado musical. Após a estreia, houve aumento significativo nas vendas de álbuns e produtos relacionados ao Megadeth. Plataformas de streaming registraram crescimento nas reproduções de clássicos como “Peace Sells” e “Symphony of Destruction”. Lojas especializadas relataram maior procura por vinis e edições limitadas. Esse efeito demonstra como o filme não apenas celebra o passado, mas também impulsiona o presente da banda, mantendo-a relevante em um cenário competitivo.
Críticos apontaram que Behind The Mask se diferencia de outros documentários musicais por sua abordagem honesta e sem filtros. Mustaine não hesita em expor suas falhas, vícios e conflitos, mostrando o lado humano por trás da lenda. Essa sinceridade aproxima o público e cria uma narrativa mais autêntica. O filme também destaca a importância dos demais integrantes, como David Ellefson e Kiko Loureiro, mostrando que o Megadeth é uma construção coletiva. Essa visão amplia a compreensão sobre como a banda conseguiu se manter ativa por tantas décadas.
O sucesso da sessão em São Paulo abriu caminho para novas exibições em outros países da América Latina. Produtoras já confirmaram que o documentário será exibido em Buenos Aires, Santiago e Cidade do México. Essa expansão reforça a força do Megadeth na região e mostra que o público latino tem papel fundamental na trajetória da banda. Mustaine declarou que pretende acompanhar algumas dessas estreias pessoalmente, fortalecendo ainda mais o vínculo com os fãs. Para muitos, será uma oportunidade única de celebrar a história da banda ao lado de seu fundador.
Em conclusão, Behind The Mask não é apenas um filme sobre música, mas um retrato profundo de uma jornada marcada por desafios e conquistas. O tumulto em São Paulo foi apenas um reflexo da paixão que o Megadeth desperta. O documentário reafirma a relevância da banda e mostra que seu legado continua vivo e pulsante. Para os fãs brasileiros, assistir ao filme foi mais do que uma experiência cinematográfica: foi um reencontro com uma parte essencial de sua identidade musical.
🎧 Lançamentos de rock e metal da semana: Megadeth, Poppy, Jéssica Falchi e mais
A semana foi marcada por uma enxurrada de novidades no cenário do rock e do metal, com lançamentos que vão do peso visceral ao experimental. O destaque fica por conta do Megadeth, que apresentou uma nova faixa inédita como parte da divulgação do documentário Behind The Mask. A música traz riffs agressivos e letras que refletem a trajetória turbulenta da banda, reafirmando Dave Mustaine como um dos grandes arquitetos do thrash metal. Além disso, a cantora Poppy lançou um EP que mistura elementos de metal industrial com pop alternativo, mostrando mais uma vez sua versatilidade e ousadia artística. Já a brasileira Jéssica Falchi estreou com um álbum que combina influências de metal sinfônico e progressivo, conquistando espaço na cena nacional.
Os críticos destacaram que esses lançamentos refletem a diversidade atual do gênero. Enquanto o Megadeth mantém a tradição do thrash, Poppy aposta em fusões ousadas que desafiam rótulos. Jéssica Falchi, por sua vez, representa a nova geração de artistas brasileiros que buscam reconhecimento internacional. Essa variedade mostra que o metal continua vivo e em constante evolução, capaz de dialogar com diferentes públicos. Plataformas de streaming registraram aumento significativo nas reproduções dessas obras, indicando que os fãs estão atentos às novidades.
O lançamento do Megadeth foi acompanhado por uma campanha intensa nas redes sociais. Mustaine compartilhou bastidores da gravação e interagiu com fãs, reforçando a proximidade da banda com seu público. A faixa inédita foi descrita como uma “explosão de energia”, com solos de guitarra que remetem aos clássicos da banda. Para os fãs brasileiros, a novidade é ainda mais especial, já que o país foi palco de eventos recentes ligados ao grupo. O lançamento reforça a relevância do Megadeth e sua capacidade de se reinventar.
Já Poppy continua a surpreender com sua estética única. O novo EP traz colaborações com produtores de música eletrônica e artistas do metal alternativo. As faixas exploram temas como identidade, tecnologia e alienação, criando uma atmosfera futurista. A artista, que já transitou entre pop, metal e experimental, mostra que não tem medo de arriscar. Sua obra desafia convenções e atrai tanto fãs de música pesada quanto admiradores de sonoridades mais acessíveis. O EP foi recebido com entusiasmo pela crítica, que destacou sua originalidade.
No Brasil, Jéssica Falchi chamou atenção com seu álbum de estreia. A cantora e compositora apostou em arranjos grandiosos, com orquestrações e coros que lembram bandas como Nightwish e Epica. As letras abordam temas mitológicos e existenciais, criando uma narrativa épica. O álbum foi lançado de forma independente, mas já conquistou espaço em playlists e rádios especializadas. Falchi representa uma nova geração de artistas nacionais que buscam reconhecimento fora do país, mostrando que o metal brasileiro tem muito a oferecer.
Em resumo, os lançamentos da semana mostram que o rock e o metal continuam vibrantes e diversos. De gigantes consagrados como o Megadeth a artistas inovadores como Poppy e talentos emergentes como Jéssica Falchi, o gênero segue se reinventando. Para os fãs, é uma oportunidade de explorar novas sonoridades e celebrar a riqueza da cena atual. A cada semana, o metal prova que é mais do que música: é um movimento cultural em constante transformação.
🎵 A música do Megadeth que James Hetfield adora, segundo Dave Mustaine
Dave Mustaine revelou recentemente qual música do Megadeth é a favorita de James Hetfield, vocalista e guitarrista do Metallica. Segundo Mustaine, Hetfield tem grande apreço por “Peace Sells”, faixa lançada em 1986 e considerada um dos maiores clássicos do thrash metal. A revelação surpreendeu muitos fãs, já que a relação entre Mustaine e Hetfield sempre foi marcada por tensões e rivalidades. No entanto, esse reconhecimento mostra o respeito mútuo entre os dois músicos, mesmo após décadas de divergências. Mustaine afirmou que Hetfield chegou a elogiar a composição em conversas privadas, destacando sua força lírica e instrumental.
“Peace Sells” é uma música que transcendeu o universo do metal, tornando-se um hino de contestação e crítica social. A faixa aborda temas como corrupção, desigualdade e alienação, refletindo o espírito da época. Para Hetfield, segundo Mustaine, a canção representa a essência do thrash metal: agressividade combinada com mensagem. Esse reconhecimento é significativo, já que o Metallica e o Megadeth sempre foram vistos como rivais, disputando espaço no cenário do metal. A admiração de Hetfield reforça a importância da obra de Mustaine e sua contribuição para o gênero.
A revelação também reacendeu debates sobre a relação entre os dois músicos. Muitos fãs acreditam que, apesar das rivalidades, há um respeito implícito entre eles. Mustaine já declarou em outras ocasiões que gostaria de colaborar novamente com Hetfield, embora reconheça que isso seja difícil. A admiração por “Peace Sells” pode ser vista como um sinal de que, no fundo, ambos reconhecem o talento e a importância um do outro. Essa dinâmica complexa é parte da história do metal e contribui para o fascínio que cerca essas bandas.
Além de Hetfield, “Peace Sells” é uma das músicas mais celebradas pelos fãs do Megadeth. O riff inicial, que se tornou tema de programas de TV, é reconhecido mundialmente. A faixa consolidou o Megadeth como uma das principais bandas do thrash, ao lado de Metallica, Slayer e Anthrax. O álbum homônimo é considerado um marco do gênero, influenciando gerações de músicos. O reconhecimento de Hetfield apenas reforça o impacto duradouro da música e sua relevância cultural.
Críticos destacam que a admiração de Hetfield por “Peace Sells” mostra como o thrash metal é um gênero construído coletivamente. Apesar das rivalidades, as bandas se influenciam mutuamente e contribuem para o crescimento do estilo. O Metallica, por exemplo, também foi influenciado por riffs e ideias de Mustaine durante sua fase inicial. Essa interconexão é parte da riqueza do gênero e explica sua longevidade. O respeito entre músicos é um reflexo dessa construção coletiva.
Em conclusão, a revelação de Mustaine sobre a música favorita de Hetfield é mais do que uma curiosidade. É um símbolo da importância do Megadeth e do reconhecimento de sua obra por um dos maiores nomes do metal. “Peace Sells” continua sendo um hino de contestação e resistência, e sua admiração por Hetfield reforça seu status como clássico absoluto. Para os fãs, é uma prova de que, apesar das rivalidades, o metal é uma irmandade construída sobre riffs, suor e paixão.
🥁 Iron Maiden acabaria se Nicko McBrain seguisse na banda, diz Adrian Smith
Adrian Smith, guitarrista do Iron Maiden, fez uma declaração polêmica ao afirmar que a banda poderia ter acabado se Nicko McBrain tivesse permanecido em sua formação original. Segundo Smith, a entrada de McBrain nos anos 80 trouxe mudanças drásticas na dinâmica interna do grupo, criando tensões que quase levaram ao fim da banda. Ele descreveu a situação como uma “questão de sobrevivência”, destacando que a continuidade do Iron Maiden dependia de ajustes profundos. A revelação surpreendeu os fãs, já que McBrain é considerado um dos pilares da sonoridade clássica da banda.
Smith explicou que a chegada de McBrain coincidiu com um período de transição para o Iron Maiden. A banda estava expandindo sua sonoridade e buscando consolidar sua identidade. No entanto, as diferenças de estilo e personalidade criaram conflitos internos. Para Smith, foi necessário um esforço coletivo para superar essas tensões e garantir a sobrevivência da banda. Ele afirmou que, sem essa adaptação, o Iron Maiden poderia ter encerrado suas atividades prematuramente, o que teria mudado completamente a história do metal.
A declaração também trouxe à tona debates sobre a importância de McBrain na trajetória da banda. Muitos fãs consideram que sua técnica e energia foram fundamentais para consolidar o som do Iron Maiden. O baterista é responsável por alguns dos momentos mais icônicos da discografia, incluindo álbuns como Powerslave e Seventh Son of a Seventh Son. No entanto, Smith destacou que o processo de integração não foi fácil e exigiu concessões de todos os integrantes. Essa tensão inicial, segundo ele, foi um teste de resistência para o grupo.
Apesar das dificuldades, o Iron Maiden conseguiu superar os desafios e se tornar uma das maiores bandas de metal do mundo. Smith reconheceu que, no fim das contas, a presença de McBrain foi positiva e essencial para o sucesso da banda. Ele afirmou que a superação das tensões fortaleceu o grupo e permitiu que eles alcançassem novos patamares. Essa narrativa mostra como os conflitos internos podem ser transformados em combustível criativo, resultando em obras memoráveis.
A revelação de Smith também reforça a ideia de que o Iron Maiden sempre foi uma banda resiliente. Ao longo de sua trajetória, o grupo enfrentou diversas mudanças de formação e desafios pessoais
🎤 Arctic Monkeys lançam primeira música inédita em 4 anos
Após um hiato criativo desde o álbum The Car (2022), o Arctic Monkeys surpreendeu os fãs ao lançar uma nova faixa inédita em 2026. A música foi gravada especialmente para uma iniciativa de caridade, mostrando o lado social e engajado da banda. Alex Turner, vocalista e líder do grupo, afirmou que a composição nasceu de improvisos durante ensaios e que rapidamente se transformou em uma peça emocional e envolvente. O lançamento foi recebido com entusiasmo, já que os fãs aguardavam ansiosamente por novidades após anos de silêncio criativo. A faixa traz elementos de rock alternativo com nuances melódicas, mantendo a identidade característica da banda.
A sonoridade da nova música foi descrita como uma fusão entre o estilo intimista de Tranquility Base Hotel & Casino e a energia mais direta de AM. Os arranjos minimalistas, combinados com letras introspectivas, criam uma atmosfera única. Turner afirmou que buscou inspiração em experiências pessoais e em reflexões sobre o mundo contemporâneo. A faixa também apresenta uma produção refinada, com destaque para os vocais suaves e os instrumentos bem equilibrados. Essa combinação reforça a capacidade da banda de se reinventar sem perder sua essência.
O lançamento foi acompanhado por um videoclipe simples, mas impactante, que mostra imagens em preto e branco da banda em estúdio. A estética minimalista reforça a ideia de autenticidade e proximidade com os fãs. O vídeo já acumula milhões de visualizações no YouTube, mostrando a força da banda mesmo após anos sem novidades. Críticos destacaram que a simplicidade do clipe contrasta com a profundidade da música, criando uma experiência artística completa. Essa abordagem reforça o compromisso do Arctic Monkeys com a arte e a mensagem.
Além do impacto musical, a iniciativa de caridade deu ainda mais relevância ao lançamento. Parte dos lucros será destinada a projetos sociais voltados para educação e cultura. A banda sempre demonstrou preocupação com causas sociais, e esse gesto reforça sua imagem de responsabilidade e engajamento. Para os fãs, é uma oportunidade de apoiar não apenas a música, mas também uma causa maior. Essa conexão entre arte e solidariedade foi amplamente elogiada nas redes sociais.
O lançamento também reacendeu debates sobre o futuro da banda. Muitos fãs especulam se a faixa inédita é um prenúncio de um novo álbum. Alex Turner não confirmou, mas deixou em aberto a possibilidade de novos projetos. Ele afirmou que a banda está em processo criativo e que novas músicas podem surgir em breve. Essa expectativa mantém os fãs atentos e ansiosos por novidades. O Arctic Monkeys, mais uma vez, mostra que sabe como criar suspense e manter sua relevância.
Em resumo, a nova música do Arctic Monkeys é mais do que um simples lançamento. É um gesto artístico e social que reforça a importância da banda no cenário contemporâneo. Após quatro anos de silêncio, o grupo retorna com força, mostrando que ainda tem muito a oferecer. Para os fãs, é um presente inesperado e emocionante, que reacende a paixão pela banda e alimenta a esperança de novos projetos futuros.
⚡ Judas Priest e o lendário show no Rock in Rio 1991
O Rock in Rio de 1991 marcou a estreia do Judas Priest na América do Sul, e o show da banda britânica se tornou lendário. A apresentação foi transmitida ao vivo para todo o continente, consolidando o grupo como um dos maiores nomes do heavy metal mundial. Rob Halford, com sua voz poderosa e presença de palco magnética, comandou um setlist direto e explosivo, que incluiu clássicos como “Breaking the Law”, “Living After Midnight” e “Painkiller”. O público brasileiro, conhecido por sua energia, respondeu com intensidade, criando uma atmosfera única e inesquecível.
O show foi realizado em um momento crucial para o Judas Priest. A banda havia lançado Painkiller em 1990, considerado um dos álbuns mais pesados e agressivos de sua carreira. A turnê mundial estava em pleno andamento, e o Rock in Rio foi uma oportunidade de mostrar ao público latino-americano a força dessa nova fase. A performance foi marcada por velocidade, técnica e emoção, consolidando o Judas Priest como referência absoluta no metal. Para muitos fãs, aquele show foi um divisor de águas na história do festival.
A transmissão televisiva ampliou ainda mais o impacto da apresentação. Milhões de pessoas em toda a América Latina puderam assistir ao vivo, criando uma conexão inédita entre a banda e o público. Essa exposição ajudou a consolidar o Judas Priest na região, abrindo caminho para futuras turnês e fortalecendo sua base de fãs. O show também foi registrado em gravações que circulam até hoje, sendo considerado um dos momentos mais icônicos da história do Rock in Rio.
Críticos destacaram que a performance do Judas Priest em 1991 foi um exemplo de profissionalismo e intensidade. A banda mostrou domínio absoluto do palco, com Halford em sua melhor forma vocal e os guitarristas Glenn Tipton e K.K. Downing entregando solos memoráveis. A energia da apresentação foi descrita como “avassaladora”, e muitos consideram que o Judas Priest roubou a cena naquele ano. O impacto foi tão grande que o show é lembrado até hoje como um dos melhores da história do festival.
O público brasileiro também desempenhou papel fundamental. A paixão e a entrega dos fãs criaram uma atmosfera única, que impressionou a banda. Halford declarou posteriormente que nunca havia sentido uma energia tão intensa em um show. Essa conexão emocional reforçou o vínculo entre o Judas Priest e o Brasil, que se tornou um dos destinos favoritos da banda em suas turnês. Desde então, o grupo retornou diversas vezes ao país, sempre com grande sucesso.
Em conclusão, o show do Judas Priest no Rock in Rio 1991 é um marco na história do metal e do festival. A apresentação consolidou a banda como uma das maiores do gênero e deixou uma memória inesquecível para os fãs. Mais de três décadas depois, o impacto ainda é sentido, mostrando que momentos como esse transcendem o tempo e se tornam parte da cultura musical. Para os fãs brasileiros, é um orgulho ter participado de um capítulo tão importante da história do metal.
🎸 Megadeth surpreende com versão de “Ride the Lightning”, do Metallica
Dave Mustaine, líder do Megadeth, surpreendeu o mundo ao lançar uma versão de “Ride the Lightning”, clássico do Metallica de 1984. A regravação chamou atenção porque Mustaine foi um dos fundadores do Metallica antes de seguir carreira própria com o Megadeth. A escolha da música foi vista como um gesto ousado e simbólico, já que “Ride the Lightning” representa uma fase crucial da banda que Mustaine ajudou a moldar. A versão do Megadeth traz uma abordagem mais agressiva e técnica, com riffs acelerados e solos intensos, mantendo a essência da original, mas adicionando a identidade característica da banda.
A decisão de regravar a música gerou debates intensos entre fãs. Muitos viram o gesto como uma homenagem, enquanto outros interpretaram como uma provocação. Mustaine afirmou que sua intenção foi apenas celebrar uma fase importante de sua carreira e mostrar como a música poderia soar sob a ótica do Megadeth. Ele destacou que “Ride the Lightning” sempre foi uma das suas composições favoritas e que queria dar sua própria interpretação. Essa sinceridade ajudou a amenizar as polêmicas e reforçou a ideia de que o lançamento é uma celebração, não uma disputa.
A versão do Megadeth foi recebida com entusiasmo pela crítica. Especialistas destacaram a técnica impecável da banda e a energia visceral da gravação. O vocal de Mustaine adiciona uma camada mais agressiva à música, enquanto os solos de guitarra trazem complexidade adicional. A produção moderna também contribuiu para dar novo fôlego ao clássico, tornando-o relevante para as novas gerações. Muitos fãs afirmaram que a versão é tão poderosa quanto a original, mostrando que o Megadeth conseguiu imprimir sua marca sem perder o respeito pela obra do Metallica.
O lançamento também reacendeu debates sobre a relação entre Mustaine e o Metallica. Apesar das rivalidades históricas, há um reconhecimento mútuo da importância de cada banda para o thrash metal. A regravação de “Ride the Lightning” pode ser vista como um gesto de reconciliação simbólica, mostrando que a música transcende disputas pessoais. Para os fãs, é uma oportunidade de celebrar a história do gênero e reconhecer a contribuição de ambos os grupos. Essa narrativa reforça a ideia de que o metal é uma irmandade construída sobre riffs e paixão.
Nas redes sociais, a versão viralizou rapidamente. Vídeos de fãs reagindo à música acumularam milhões de visualizações, e hashtags relacionadas ao lançamento dominaram o Twitter e o Instagram. Muitos comentaram que ouvir “Ride the Lightning” na voz de Mustaine foi uma experiência única e emocionante. A repercussão mostra como o metal continua a mobilizar comunidades apaixonadas e engajadas, capazes de transformar lançamentos em eventos globais. O Megadeth, mais uma vez, provou sua relevância e capacidade de surpreender.
Em resumo, a versão de “Ride the Lightning” pelo Megadeth é um marco na história do metal. Mais do que uma regravação, é um gesto simbólico que celebra a trajetória de Dave Mustaine e sua contribuição para o gênero. A música mostra que o metal é um gênero vivo, capaz de se reinventar e dialogar com seu próprio passado. Ao revisitar um clássico do Metallica, Mustaine não apenas homenageia sua antiga banda, mas também reafirma sua identidade artística com o Megadeth. Essa releitura prova que grandes obras podem ganhar novas camadas de significado quando reinterpretadas por outros artistas, especialmente aqueles que participaram de sua gênese. O resultado é uma ponte entre gerações, permitindo que fãs antigos revivam memórias e que novos ouvintes descubram a força da música.
Além disso, a versão evidencia a maturidade de Mustaine como músico e compositor. Décadas após sua saída do Metallica, ele mostra que ainda possui energia criativa e capacidade de surpreender. A escolha de “Ride the Lightning” não foi aleatória: trata-se de uma música que simboliza a transição do Metallica para um som mais complexo e agressivo, algo que Mustaine ajudou a construir. Ao regravá-la, ele reivindica sua participação nessa história e reforça sua importância na evolução do thrash metal.
O impacto da regravação também se reflete na cena atual. Muitos músicos jovens comentaram que a versão do Megadeth os inspirou a explorar clássicos do metal sob novas perspectivas. Essa atitude de revisitar e reinterpretar obras antigas fortalece o gênero, mantendo-o relevante e conectado às novas gerações. O metal, afinal, é construído sobre tradição e inovação, e Mustaine conseguiu unir esses dois elementos em uma única faixa. A repercussão mostra que o gesto foi bem-sucedido e que a música continua a ecoar com força.
Críticos destacaram que a versão do Megadeth não tenta competir com a original, mas sim dialogar com ela. Essa abordagem respeitosa foi vista como um acerto, evitando comparações diretas e focando na celebração da música. Mustaine deixou claro que sua intenção não era provocar o Metallica, mas sim prestar tributo a uma obra que considera fundamental. Essa postura ajudou a transformar a regravação em um evento positivo, celebrado por fãs das duas bandas. O resultado é uma demonstração de maturidade e respeito dentro do gênero.
Nas plataformas digitais, a versão alcançou números impressionantes. Em poucos dias, acumulou milhões de reproduções e entrou em playlists de destaque. O sucesso mostra que o público está aberto a esse tipo de iniciativa e que há espaço para releituras criativas no metal. A faixa também foi amplamente discutida em fóruns e comunidades online, onde fãs compartilharam análises detalhadas sobre as diferenças entre as duas versões. Esse engajamento reforça a vitalidade da cena e a paixão dos fãs pelo gênero.
Em conclusão, a versão de “Ride the Lightning” pelo Megadeth é mais do que uma regravação: é um gesto simbólico que une passado e presente, tradição e inovação. Mustaine conseguiu transformar uma obra clássica em uma celebração de sua própria trajetória, reafirmando sua relevância no metal. O lançamento mostra que a música pesada continua a evoluir e a inspirar, mantendo-se como um dos gêneros mais apaixonantes e duradouros da história. Para os fãs, é uma oportunidade única de vivenciar um clássico sob uma nova perspectiva, sem perder a essência que o tornou imortal.
🎤 Foo Fighters: Dave Grohl confirma novo álbum finalizado
Dave Grohl, líder do Foo Fighters, confirmou que a banda finalizou seu novo álbum de estúdio, gerando enorme expectativa entre os fãs. O disco marca uma fase de transição emocional para o grupo, sendo o primeiro trabalho completo após a morte do baterista Taylor Hawkins em 2022. Grohl revelou que assumiu as baquetas durante as gravações, imprimindo uma carga pessoal e intensa ao projeto. A produção ficou por conta de Greg Kurstin, conhecido por trabalhos com Adele e Liam Gallagher, o que indica uma sonoridade mais polida e emocional. O álbum promete explorar temas como perda, resiliência e reconexão, mantendo a essência do rock alternativo que consagrou a banda.
Em entrevistas recentes, Grohl comparou o novo trabalho a clássicos de David Bowie, sugerindo uma abordagem mais experimental e atmosférica. A faixa “Nothing At All”, já apresentada ao público, traz riffs densos e uma letra introspectiva, refletindo o momento vivido pela banda. A escolha de Grohl em gravar a bateria pessoalmente reforça o caráter íntimo do projeto, como se fosse uma carta aberta aos fãs e a si mesmo. A decisão também foi vista como uma homenagem a Hawkins, cuja ausência ainda é sentida profundamente pelos integrantes e admiradores.
O lançamento do álbum está previsto para o primeiro semestre de 2026, com uma turnê mundial já em planejamento. O Brasil, como sempre, figura entre os destinos mais aguardados, especialmente após a recepção calorosa nas últimas passagens da banda pelo país. A expectativa é que o Foo Fighters se apresente em grandes festivais e também em shows solo, com setlists que misturam os novos sons e os clássicos que marcaram gerações. Grohl afirmou que quer “celebrar a vida e a música” com os fãs, tornando cada apresentação uma experiência catártica.
A capa do álbum e a lista de faixas foram divulgadas nas redes sociais da banda, acompanhadas por uma carta escrita por Grohl. No texto, ele compartilha reflexões sobre o processo criativo, os desafios enfrentados e a importância de seguir em frente. A carta emocionou os fãs, que se identificaram com a sinceridade do vocalista. A estética visual do álbum também chama atenção, com tons escuros e elementos gráficos que remetem à introspecção e à superação. Tudo indica que será um dos trabalhos mais profundos e significativos da carreira do Foo Fighters.
Críticos especializados já apontam que o disco pode figurar entre os melhores lançamentos do ano, destacando a maturidade lírica e a evolução sonora da banda. A combinação entre peso e melodia, marca registrada do Foo Fighters, parece ter alcançado um novo patamar. Grohl, que sempre foi um contador de histórias através da música, mostra mais uma vez sua capacidade de transformar dor em arte. O álbum também deve atrair novos públicos, interessados na autenticidade e na força emocional das composições.
Com o novo álbum, o Foo Fighters reafirma sua relevância no cenário do rock mundial. Mesmo após décadas de estrada, a banda continua inovando e tocando corações. Para os fãs brasileiros, a confirmação do disco é um prenúncio de noites memoráveis, com Grohl e companhia entregando tudo no palco. A espera valeu a pena, e 2026 promete ser um ano inesquecível para quem acompanha a trajetória dessa verdadeira instituição do rock.
🎙️ Fabio Lione revela o verdadeiro motivo de sua saída do Angra
Após mais de uma década como vocalista do Angra, Fabio Lione finalmente revelou os verdadeiros motivos que o levaram a deixar a banda brasileira de power/progressive metal. Em entrevista, o cantor italiano explicou que sua decisão foi motivada por uma combinação de fatores pessoais, estratégicos e logísticos. Embora a versão oficial falasse em “novos rumos artísticos”, Lione afirmou que o peso do passado da banda e a dificuldade de manter um compromisso fixo foram determinantes. Ele também mencionou que o hiato anunciado pelo Angra contribuiu para sua escolha, pois não queria ficar preso a uma agenda incerta.
Lione destacou que, apesar dos desafios, sua passagem pelo Angra foi marcada por conquistas importantes. Foram três álbuns de estúdio, turnês internacionais e uma reconstrução da imagem da banda no exterior. O vocalista acredita que deixou um legado sólido e que sua contribuição ajudou a manter o Angra relevante em um cenário competitivo. No entanto, ele também apontou que havia uma pressão constante para se alinhar com o estilo e as expectativas dos fãs da formação original, o que limitava sua liberdade criativa. Essa tensão, segundo ele, foi se acumulando ao longo dos anos.
Outro ponto abordado por Lione foi a relação com os demais integrantes. Embora tenha evitado polêmicas, ele admitiu que havia divergências sobre o futuro da banda e sobre decisões estratégicas. A falta de consenso sobre o direcionamento musical e sobre a gestão da carreira coletiva tornou o ambiente menos produtivo. Lione afirmou que prefere trabalhar em projetos onde haja mais sintonia e espaço para inovação. Por isso, decidiu focar em sua carreira solo e em colaborações com músicos que compartilham sua visão artística.
A saída de Lione também reacendeu debates sobre a identidade do Angra. Muitos fãs questionam se a banda deve continuar sem um vocalista de perfil internacional, enquanto outros acreditam que o grupo pode se reinventar. O guitarrista Rafael Bittencourt comentou que a mudança era necessária para preservar a saúde criativa da banda. Ele também confirmou que o Angra entrará em hiato após abril de 2026, o que abre espaço para reestruturações. O nome de Alírio Netto já circula como possível substituto, mas ainda não há confirmação oficial.
Enquanto isso, Fabio Lione segue ativo. Ele anunciou uma apresentação especial no Manifesto Bar, em São Paulo, com um setlist que inclui músicas do Rhapsody of Fire, Kamelot, Vision Divine e, claro, do Angra. O show será acompanhado por músicos brasileiros e promete ser uma celebração de sua trajetória. Lione também revelou que está trabalhando em um novo álbum solo, com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2026. O projeto terá influências de metal sinfônico e progressivo, com letras em inglês e italiano.
Ao mesmo tempo, abre novas possibilidades para ambos os lados. Para o Angra, o hiato anunciado pode ser uma oportunidade de repensar sua identidade e buscar novos caminhos musicais. A banda já passou por diversas mudanças de formação ao longo de sua trajetória, e cada uma delas trouxe desafios e reinvenções. A saída de Lione, embora significativa, não significa o fim da história, mas sim o início de uma nova fase. Para os fãs, é um momento de expectativa e curiosidade sobre como o grupo irá se reorganizar e qual será o próximo passo.
Fabio Lione, por sua vez, ganha liberdade para explorar sua carreira solo e se dedicar a projetos que reflitam sua visão artística sem limitações. O cantor já demonstrou interesse em trabalhar com músicos de diferentes estilos e nacionalidades, ampliando seu alcance e experimentando novas sonoridades. Essa abertura pode resultar em colaborações surpreendentes e em um repertório ainda mais diversificado. Lione tem a vantagem de carregar consigo uma reputação sólida e uma base de fãs fiel, o que lhe garante espaço no cenário internacional.
A saída também reforça a importância de se discutir o papel dos vocalistas em bandas de metal. Muitas vezes, eles são vistos como a “voz” e a “cara” do grupo, o que torna sua presença central para a identidade da banda. No caso do Angra, Lione trouxe uma projeção internacional que ajudou a consolidar o nome da banda fora do Brasil. Sua ausência, portanto, será sentida não apenas pelos fãs, mas também pelo mercado. Essa mudança pode exigir que o Angra busque novas estratégias para manter sua relevância global.
Os fãs reagiram de forma diversa à notícia. Alguns lamentaram profundamente a saída, destacando a importância de Lione para a fase recente da banda. Outros, porém, viram a mudança como uma oportunidade de renovação. Essa divisão mostra como o Angra desperta paixões intensas e como sua trajetória está intimamente ligada às expectativas de seu público. A banda sempre foi marcada por altos e baixos, e essa nova transição é mais um capítulo em sua história de resiliência.
Críticos apontam que o futuro do Angra dependerá da capacidade de seus integrantes de se reinventar. O hiato pode ser usado para refletir sobre a direção artística e para planejar um retorno mais forte. Ao mesmo tempo, a cena brasileira de metal continua a crescer, com novos talentos surgindo e conquistando espaço. O Angra, como pioneiro, tem a responsabilidade de se manter relevante e de inspirar as novas gerações. A saída de Lione pode ser vista como um desafio, mas também como uma oportunidade de evolução.
Em conclusão, a saída de Fabio Lione do Angra marca o fim de um ciclo importante, mas não o fim da história. Tanto o cantor quanto a banda têm caminhos abertos para novas possibilidades. Para os fãs, é um momento de reflexão e de expectativa, com a certeza de que o legado construído até aqui permanece sólido. O futuro pode trazer surpresas, mas uma coisa é certa: o nome Angra continuará sendo sinônimo de excelência no metal brasileiro e internacional.
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