Zakk Wylde e Brian May exaltam Tony Iommi como “pai do heavy metal!

 

Zakk Wylde e Brian May exaltam Tony Iommi como “pai do heavy metal

Em um tributo emocionante, os guitarristas Zakk Wylde e Brian May se reuniram para celebrar a influência de Tony Iommi, fundador do Black Sabbath, na história da música pesada. O encontro foi registrado em um episódio especial da série Tony Iommi: The Godfather of Heavy Metal, onde os músicos compartilharam memórias e reflexões sobre o impacto do estilo de Iommi. Brian May, do Queen, afirmou que “todos nós estamos empregados por causa desse cara”, destacando a importância dos riffs criados por Iommi para a consolidação do heavy metal. Zakk Wylde, por sua vez, descreveu sua primeira audição de Black Sabbath como “assustadora e transformadora”.

A conversa entre os dois guitarristas revelou o respeito profundo que ambos têm por Iommi. Brian May contou que sempre se inspirou na forma como Iommi construía atmosferas densas com poucos acordes, criando uma sonoridade única. Ele também mencionou que o uso de afinações baixas e timbres escuros influenciou diretamente sua abordagem no Queen. Zakk Wylde, conhecido por seu trabalho com Ozzy Osbourne e pelo projeto Zakk Sabbath, destacou que Iommi foi o primeiro a transformar a guitarra em uma arma de expressão visceral. Para ele, o legado do Black Sabbath é eterno e insubstituível.

Durante o episódio, os músicos também comentaram sobre a resiliência de Iommi, que mesmo após perder parte dos dedos em um acidente industrial, reinventou sua técnica e criou um estilo próprio. Essa superação é vista como um símbolo de força e criatividade no mundo do metal. Brian May afirmou que a história de Iommi deveria ser ensinada nas escolas de música como exemplo de perseverança. Zakk Wylde acrescentou que, sem Iommi, o metal talvez nunca tivesse existido como gênero definido. A conversa foi marcada por emoção e reverência.

O episódio também trouxe trechos de apresentações históricas do Black Sabbath, incluindo registros raros da década de 1970. Os riffs de “Iron Man”, “Paranoid” e “War Pigs” foram analisados em detalhes, com comentários técnicos sobre estrutura e impacto. Brian May revelou que tentou reproduzir alguns desses riffs em sua juventude, mas nunca conseguiu capturar a mesma intensidade. Zakk Wylde brincou dizendo que “Iommi não toca guitarra, ele invoca demônios”. A admiração A admiração por Tony Iommi não se limita apenas aos riffs e à técnica. Zakk Wylde e Brian May também destacaram o impacto cultural que o guitarrista teve ao moldar a estética do heavy metal. Iommi foi pioneiro em criar uma sonoridade sombria e pesada que influenciou não apenas músicos, mas também cineastas, escritores e artistas visuais. Sua imagem com roupas pretas, cruzes e atitude introspectiva tornou-se um arquétipo do músico de metal. Brian May comentou que Iommi “não apenas criou um som, ele criou um universo”, e que esse universo continua a inspirar novas gerações.

Durante o especial, os dois guitarristas também tocaram juntos alguns trechos de clássicos do Black Sabbath, como “Children of the Grave” e “Sabbath Bloody Sabbath”. A química entre eles foi evidente, e os fãs vibraram com a união de dois ícones em homenagem a um terceiro. Zakk Wylde, com seu estilo agressivo e visceral, contrastava com a elegância e precisão de Brian May, criando uma fusão poderosa. Esse momento foi descrito por críticos como “histórico” e “emocionalmente carregado”, reforçando o status de Iommi como figura central na história do rock pesado.

Além das homenagens musicais, o episódio trouxe depoimentos de outros artistas como James Hetfield, Slash, e Tom Morello, todos reconhecendo a importância de Iommi em suas formações musicais. Hetfield afirmou que sem Iommi, o Metallica talvez nunca tivesse existido. Slash disse que aprendeu a tocar guitarra tentando imitar os riffs de “N.I.B.”. Tom Morello, por sua vez, destacou a ousadia de Iommi em desafiar convenções e criar algo totalmente novo. Esses testemunhos reforçam a ideia de que Iommi é mais do que um guitarrista — ele é um arquiteto do som pesado.

O tributo também abordou o lado humano de Tony Iommi. Foram exibidas imagens de bastidores, entrevistas antigas e momentos íntimos com fãs. Iommi apareceu emocionado ao assistir aos depoimentos, agradecendo pelo carinho e pela longevidade de sua obra. Ele comentou que nunca imaginou que seus riffs criados em Birmingham nos anos 60 se tornariam hinos globais. Essa humildade, aliada ao talento, é parte do que o torna tão admirado. Brian May concluiu dizendo que “Tony é o tipo de pessoa que faz você querer ser melhor — como músico e como ser humano”.

Encerrando o episódio, Zakk Wylde e Brian May deixaram uma mensagem aos jovens músicos: estudem Tony Iommi. Para eles, entender o estilo e a filosofia de Iommi é essencial para quem deseja criar música com alma e impacto. O tributo foi mais do que uma celebração — foi uma aula de história, técnica e emoção. E para os fãs de metal, foi uma lembrança poderosa de que tudo começou com um homem, uma guitarra e uma ideia revolucionária. Tony Iommi permanece como o alicerce sobre o qual o heavy metal foi construído, e sua influência continuará ecoando por gerações.

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